As mentiras mais banais na hora de limpar.

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Ter uma casa limpa e asseada é fundamental para a grande maioria das pessoas, mas na hora de limpar continuam a primar algumas mentiras ‘interiores’ que fazem vista grossa a algumas partes mais sujas da habitação.
Na hora de limpar a casa, não vale mentir a si próprio. É um hábito recorrente, mas por muito inocente que seja essa mentira (ou o pensamento), a verdade é que a limpeza não

1. A pia fica limpa se passar apenas uma esponja ou um pano

Longe disso! Tal como os pratos, tacho e panelas com gordura devem ser esfregados, também a pia (onde toda a gordura passa) o deve ser.

2. Só é preciso esvaziar o saco do aspirador quando estiver cheio

Se o objetivo é limpar com eficácia (e rapidez) não há equipamento – muito menos o aspirador – que funcione se tiver o recipiente cheio de sujidade. No caso do aspirador, o saco cheio irá dificultar a absorção de novas poeiras. ficará como o desejado.3. Não há problema de deixar a tampa do detergente da máquina da louça aberta

Há problema, sim. Mas máquinas estão programadas para expelir o detergente – seja capsula, líquido ou pastilha – a um determinado momento da lavagem. Deixar a tampa aberta fará com que o detergente seja usado antes do indicado, podendo não lavar a louça corretamente.

4. Sacudir os sapatos da rua tira o lixo que lá existe

A sujidade existente na sola dos sapatos é maior do que o que se imagina e a forma mais indicada de evitar levar essa sujeira para casa é descalçando os sapatos e deixando-os à porta.5. Se a esponja do banho fica seca, dura mais tempo

Tal como as toalhas de banho, as esponjas são um habitat perfeito para bactérias. Tê-las húmidas e quentes apenas fará com que essas bactérias se propaguem com mais facilidade, mas secá-las também não resolve a situação. O ideal é mesmo trocar de esponja com bastante regularidade.

6. O detergente usado na máquina da roupa serve para lava peças à mão

Num caso esporádico, sim. Mas a verdade é que o detergente criado para máquinas de roupa é mais potente e eficaz em temperaturas altas e rotações elevadas. Usar esses produtos nas lavagens à mão pode estragar o tecido.

7. Mudar as fronhas das almofadas uma vez por semana é um exagero

Explica o site que as fronhas – e os lençóis – devem ser trocados todas as semanas. No caso das fronhas, e se necessário, a muda pode mesmo ocorrer passados alguns dias, uma vez que o óleo do rosto fica acumulado no tecido, dando azo a ácaros e bactérias desnecessárias à pele.

8. O vinagre limpa tudo

Para limpar o interior de um frigorífico ou de um micro-ondas, o vinagre pode, de facto, ser um aliado, contudo, em pavimentos de madeira pode dar origem a manchas irreversíveis.9. As calças de ganga não se lavam, apenas se colocam no congelador

Já não é a primeira vez que se noticia que as calças de ganga não precisam de ser lavadas com a mesma frequência que outras peças de roupa, mas precisam de ser lavadas, mesmo que apenas quando necessário.

Mentira e mitomania. Verdade ou Mentira?

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Mentira é uma finalidade na mitomania.

A mitomania é uma forma de desequilíbrio psíquico caracterizado essencialmente por declarações mentirosas, vistas pelos portadores da doença como realidade.

Para quem tem mitomania, dizer a verdade é um sofrimento. O mitômano prefere acreditar em sua realidade mais que na realidade objetiva exterior. A necessidade de mentir se manifesta devido à profunda necessidade de apreço ou atenção. Mentindo se sente tranquilizado e de acordo consigo mesmo. As mentiras têm algum elemento de verdade, não são uma manifestação de delírio ou algum tipo de psicose mais intensa. A tendência mentirosa é duradoura e não é provocada pela situação imediata ou pressão social, mas se origina de vontade inata da pessoa.

O comportamento do mitômano é causado em decorrência de motivos internos, psicológicos, como regulação da autoestima ou realização de fantasias mais do que por motivações externas, como ganho financeiro. As histórias contadas tendem a apresentar o mentiroso favoravelmente, como sendo fantasticamente corajoso, saber sobre algo importante ou estar relacionado com muitas pessoas famosas.

A mitomania pode também apresentar a síndrome de falsas memórias, em que o doente realmente acredita que os eventos fictícios tenham ocorrido, como, por exemplo, que tenha cometido atos sobre-humanos de altruísmo e amor ou atos bastante diabólicos.Ao serem expostos, os casos de mitomania tornam-se vergonhosos. Todavia, os mitômanos que buscam ajuda por vontade própria, pedindo esta ajuda a seus familiares e, principalmente, aos seus amigos, são considerados extremamente raros. Eles conseguem perceber que estão sofrendo de um mal e desejam, acima de tudo, curar-se.

Com o tempo, é natural as pessoas que rodeiam um mitômano perceberem a mentira. Porém, mais importante do que identificar a ação repetida de mentir, é reconhecer este ato como uma doença patológica. O mitômano, principalmente aquele que reconhece sua doença e é abandonado por quem o rodeia, tende a apresentar piora no quadro, acarretando desejos inconstantes, profunda melancolia, depressão e desejos de suicídio. O papel dos companheiros se torna extremamente importante na vida do indivíduo doente, já que eles é que irão indicar os pontos e erros.

Infelizmente, poucos estudos têm se dedicado à questão, permanecendo a dificuldade para diagnóstico desses casos.

Posted in Mentira e Mitomania at julho 8th, 2015. No Comments.

Quando o computador consegue distinguir a verdade da mentira.

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Um algoritmo desenvolvido com participação portuguesa conseguiu avaliar a veracidade de declarações simples com a uma fiabilidade semelhante à de um verificador humano.
No filme Ex-Machina, do britânico Alex Garland (que já passou pelos ecrãs portugueses), Ava, uma atraente andróide dotada de uma híper-sofisticada inteligência artificial consegue saber se os seus interlocutores lhe estão ou não a mentir. Esta sua extraordinária capacidade deve-se em parte ao facto de o seu criador, um génio da informática, ter tido a ideia de permitir a Ava o acesso a milhões de amostras de voz e de expressões faciais roubadas nos smartphones de utilizadores do mundo inteiro. A potência de cálculo da micro-electrónica que se esconde por detrás do belo rosto de Ava encarrega-se do resto.
Agora, uma equipa de especialistas de computação, entre os quais um cientista português, acaba de fazer algo parecido – embora muito mais modesto: tornar um programa informático capaz de avaliar, com um desempenho comparável ao de um ser humano, a veracidade de uma série de afirmações… dando-lhe acesso (totalmente legal) a uma base de dados, derivada da Wikipedia, que contém milhões de informações factuais. O trabalho foi publicado na revista online de acesso livre PLoS ONE.“Não é a primeira vez que se fazem programas de inteligência artificial (IA) para automatizar a verificação da veracidade de factos. A Google, por exemplo, tem feito trabalho nesta área”, disse ao PÚBLICO por email o co-autor Luís Rocha, do Instituto Gulbenkian de Ciência em Oeiras. “Mas uma das novidades é que o nosso algoritmo é extremamente simples.”

Outra novidade é que, ao contrário de outros algoritmos, os dados e a informação de base que o novo processo automático utiliza para fazer o seu fact-checking também tem uma estrutura muito simples.

Mais precisamente, para construir o conhecimento de base que o algoritmo utilizou, os cientistas pegaram numa massa de “caixas de informação” (infoboxes) da Wikipedia relativas a questões de geografia, história e mundo do entretenimento. Os infoboxes são aqueles condensados de informação básica que aparecem em cima à direita, naquela imensa enciclopédia online, na página das figuras públicas.
Como essas caixas ligam entre si os mais díspares “conceitos” e um mesmo conceito pode estar incluído em muitas caixas ao mesmo tempo, esta recolha de informação permitiu construir uma rede, ou “grafo de conhecimento”, com três milhões de conceitos (os nós da rede) e 23 milhões de ligações entre pares de conceitos.

O algoritmo desenvolvido pela equipa utilizou então essa rede complexa para calcular o nível, ou valor, de veracidade de declarações simples, explicam os autores no seu artigo na PLoS ONE. Frases do tipo: “Paris é a capital de França” ou “Platão é grego”

Em linhas gerais, o algoritmo identifica – saltando de nó em nó, através das ligações existentes entre os nós – o percurso entre o sujeito e o objecto (da frase que se pretende avaliar) que contém o maior nível de informação específica, atribuindo-lhe um valor numérico. E é esse valor numérico que permitirá decidir se a frase em causa é ou não verdade.
Como são atribuídos os valores numéricos aos percursos? Os autores consideraram, como medida do carácter informativo de um nó, o número de ligações que passam por esse nó. “Por exemplo, o nó ‘animal’ está ligado a imensos outros nós na Wikipedia, por isso não é muito informativo”, explicita Luís Rocha. “Mas um nó como “wombat” [pequeno marsupial] está ligado a menos nós e é por isso mais informativo.” Por outras palavras, os caminhos que passam por nós mais genéricos têm menos peso informativo, relacionando os dois conceitos contidos na frase em causa de forma mais ténue do que os que passam por nós mais específicos.

Quando a equipa pôs o algoritmo “à prova dos factos”, este foi capaz de relacionar com grande precisão, por exemplo, presidentes dos EUA com as suas primeiras-damas e realizadores de cinema oscarizados com os seus filmes premiados. Mas não se ficou por aí: também conseguiu avaliar a veracidade (ou não) de declarações muito mais indirectas – e menos óbvias para muitos humanos.
Obama é muçulmano?
O exemplo dado pelos autores no seu artigo é a frase: “Barack Obama é muçulmano”. Escrevem os autores: “O caminho mais [específico] obtido pelo nosso método para a declaração ‘Barack Obama é muçulmano’ (…) passa por nós que representam informação muito genérica, tal como ‘Canadá’, e aos quais é [portanto] atribuído um valor de veracidade baixo”. Por outras palavras, o algoritmo não encontrou qualquer percurso suficientemente informativo e concluiu que esta afirmação era falsa – ao contrário de muitas pessoas que acreditam em tudo o que corre nas redes sociais e na Web em geral… Aliás, foram justamente declarações deste tipo acerca do actual presidente dos EUA que motivaram o trabalho, diz-nos Luís Rocha. A ideia surgiu numa conversa com Johan Bollen, co-autor da Universidade do Indiana (EUA). “Foi durante um período de eleições nos EUA, em que factos obviamente falsos eram repetidos em alguns media mais politizados. Alguns (do tipo “Obama é um muçulmano socialista”) eram tão nitidamente falsos que o Johan disse: ‘não deve ser difícil fazer um algoritmo que teste a veracidade destas afirmações’. Ao que eu respondi: ‘que tal tentarmos?’. Em estreita colaboração com outros colegas da Universidade do Indiana – Giovanni Ciampaglia, Filippo Menczer, Alessandro Flammini –, avançaram com o projecto. “E chegámos a resultados muito além do que eu pensei possível à partida”, diz Luís Rocha.

Trinta minutos para queimar gordura. Verdade ou mentira?

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Entre os vários mitos à volta do exercício físico há um que perdura na cabeça da grande maioria: O corpo só começa a queimar calorias depois dos primeiros 30 minutos de exercício. Mas será verdade ou mentira?
Há uma dúvida clássica no que toca ao exercício físico: De quantos minutos de exercício precisa o corpo para começar a queimar calorias? O site Mulher falou com a professora de educação física Danielle Antognetti que explica que o corpo queima calorias durante o dia toda, e desde o início do exercício físico. Mas, para conseguir um queimar muitas calorias e emagrecer deve praticar exercício físico durante um intervalo de tempo maior, o que justifica esta crença nos 30 minutos.  A especialista alertou ainda que o número de calorias queimadas depende do tipo de exercício praticado. “Quanto maior for à intensidade do exercício físico, maior será o gasto calórico”, explica Danielle.Mas a maior verdade nessa ideia é que só depois de uns bons minutos a treinar é que o corpo começa a ‘queimar’ gordura. Danielle explica que o corpo não foi feito para utilizar a gordura como fonte primária de energia. “Num exercício aeróbico, o organismo utiliza como fonte primária de energia o glicogénio, em seguida queima a gordura da proteína muscular e só depois se dá a queima da tão indesejada gordura”, afirma a especialista. Portanto, sejam 30 minutos, mais ou menos, a verdade é que se quiser queimar gordura vai ter de fazer treinos longos.

Posted in Dúvidas No Exercício Fisico at junho 30th, 2015. No Comments.

Frente-a-Frente da homeopatia. Verdade comprovada ou uma enorme mentira?

frente-a-frente-da-homeopatia-verdade-comprovada-ou-uma-enorme-mentiranão há dúvidas…
O médico alemão Samuel Hahnemann descobriu que qualquer medicamento tem duas ações: uma ação primária, que corresponde ao que atualmente se conhece como efeito terapêutico, adverso ou colateral dos fármacos, e uma ação secundária ou reação homeostática do organismo, que é conhecida por efeito rebound.
Na homeopatia é o efeito rebound que é usado como efeito terapêutico, pois existe esta resposta do organismo como um todo e a nível celular a um estímulo terapêutico que é administrado pelo princípio da similitude, recuperando-se a homeostasia. Já na farmacologia convencional, quando os medicamentos são usados pelo princípio dos contrários (de forma enantiopática), o efeito rebound torna-se um efeito adverso e grave.

O estudo do fenômeno do efeito rebound, os estudos da hormesis da toxicologia moderna e a abordagem recente intitulada como farmacologia paradoxal, entre outras, fundamentam cientificamente a homeopatia. O médico e cientista prof. dr. Marcus Zulian Teixeira fundamentou cientificamente o princípio da similitude na designada farmacologia moderna através de investigação sobre o efeito rebound. Da investigação básica salienta-se que os medicamentos dinamizados emitem sinais electromagnéticos específicos, sendo uma linha de investigação do Prêmio Nobel da Medicina Jean Luc Montagnier. Outros estudos mostram que a nanoestrutura da água é diferente da do solvente de partida e que mesmo ultra diluições acima da 12CH (limiar do número de Avogadro) apresentam ainda nanopartículas do soluto inicialmente diluído, detectadas por microscopia eletrônica. Estudos segundo a metodologia científica atual (duplamente cegos e randomizados) em seres humanos, em animais e em células com ultra diluições acima da 12CH mostram que os medicamentos homeopáticos têm um efeito diferente do placebo.
Destaca-se ainda da investigação clínica até 2014 a existência de seis grandes revisões sistemáticas e metanálises de ensaios clínicos randomizados e controlados, cinco das quais indicam que a homeopatia tem efeito específico e superior ao placebo. Apenas uma publicação no “The Lancet” em 2005 pôs isso em causa. Mas foi bastante contestada quanto à sua metodologia: em 110 ensaios clínicos homeopáticos, selecionou apenas oito para as conclusões finais. Desses oito, quatro apresentavam resultados positivos a favor da homeopatia e os outros quatro eram ensaios clínicos cuja metodologia feria marcadamente os princípios fundamentais da homeopatia. Assim, até aos dias hoje, só existem estudos que indicam que a homeopatia, quando aplicada segundo os princípios que a definem, é eficaz e eficiente. … de que não funciona

A homeopatia é uma prática inventada há cerca de 230 anos pelo médico alemão Samuel Hahnemann, segundo a qual o poder curativo de qualquer substância (desde abelhas esmagadas a cicuta) é tanto maior quanto mais diluída ela for. A magia está alegadamente numas pancadas (“dinamizações”) dadas com os frascos numa superfície dura e flexível (originalmente, a sela do cavalo de Hahnemann). Este foi contemporâneo de Lamarck e morreu em 1843, ano em que nasceu Robert Koch, que viria a descobrir que muitas doenças são causadas por microorganismos. Décadas depois seria determinada a constante de Avogadro, que permite saber quantas moléculas há numa certa quantidade de matéria (num preparado homeopático 30C, a probabilidade de encontrar uma só molécula da substância original é equivalente à de ganhar o Euromilhões várias vezes).A homeopatia surgiu quando a ciência moderna dava os primeiros passos e rapidamente se tornou evidente que os seus princípios não tinham fundamento científico. A ciência baseia-se em experiências e observações que possam ser repetidas e confirmadas de modo independente. A homeopatia é uma pseudociência, procura imitar a aparência da ciência.

Para isso recorre a um conjunto de estratégias típicas que descrevo no meu livro “Pseudociência” (Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014), tais como figuras de autoridade, ou seja, dizer que uma coisa é verdade porque há pessoas muito importantes que dizem que é (“médico e cientista prof. dr. Marcus Zulian Teixeira”, “Prémio Nobel da Medicina Jean Luc Montagnier”, que ganhou o Nobel pela descoberta do vírus HIV nos anos 80, e não por divagações sobre “assinaturas electromagnéticas” quase aos 80 anos de idade). Outra é a linguagem aparentemente científica, usada sem qualquer significado (“efeito rebound”, “farmacologia paradoxal”). Lembra-se das pulseiras power balance com um “holograma quântico?” É a mesma coisa. Escolher a dedo os estudos que parecem mais favoráveis, ignorando os restantes, tal como escolher um postal sem olhar para a paisagem, é outra característica da pseudociência. A exigência para a medicina baseada na ciência são as revisões sistemáticas da literatura científica, como as feitas pela organização sem fins lucrativos Cochrane Collaboration. Se acreditam ter provas de que a homeopatia funciona, aceitem introduzir os remédios homeopáticos no mercado sujeitos às mesmas exigências dos medicamentos convencionais. Fica o desafio. Talvez possa tirar medicina

Há quatro princípios fundamentais na homeopatia: uso de um medicamento único e individualizado para o total de sintomas do doente; o uso de medicamentos na forma dinamizada ou ultra diluída; e o princípio da similitude, o mais importante, que define que a cura de uma pessoa doente pode ser alcançada administrando-lhe o medicamento que produz sintomas semelhantes em utilizadores saudáveis. Assim, a sua afirmação de que “o poder curativo de qualquer substância é tanto maior quanto mais diluída ela for” não é correta. A ação verifica-se, acima de tudo, segundo o princípio da similitude.

Aquilo a que chama “pancadas” são sucussões e está provado por métodos como a espectrografia que geram alterações. As ultra diluições são diferentes do solvente, existindo agregados supramoleculares de moléculas de água; é possível identificar medicamentos específicos, sinais electromagnéticos ou emissão de fotões. É uma nano medicina.

Não existe nenhum estudo que conteste a eficácia e eficiência do tratamento que contenha ensaios clínicos feitos de acordo com os princípios referidos. Na homeopatia não há doenças, há doentes únicos, o que não impede que seja posta à prova através destes ensaios clínicos controlados e randomizados. Prova disso é a mais recente meta--análise e revisão sistemática de 2014 publicada no “Systematic Reviews”, que mostra que o tratamento individualizado tem um efeito superior ao placebo. Faltam mais ensaios por várias razões: negação da homeopatia e dos médicos que a investigam por preconceito, falta de apoios, falta de médicos com conhecimentos adequados.

Claro que há figuras de autoridade que servem de referência científica. Isso também não impede a contestação, desde que os críticos estudem a matéria. Não fica bem menosprezar cientistas como Montagnier só porque são idosos…
Não é médico nem engenheiro ou físico, senão compreenderia que, além de moléculas, há sub partículas atômicas e forças que comandam o universo. Numa ressonância magnética fotografam-se fotões emitidos pelos núcleos dos átomos de hidrogênio, ou seja, concentrações protônicas correspondentes a concentrações de água nos tecidos! Vai dizer que é um engodo por isso? E há medicamentos convencionais administrados pelo princípio da similitude, por exemplo, anticoncepcionais na síndrome pré-menstrual. Não me é permitido alongar, se não teria de lhe explicar como a ciência quântica é aplicada na medicina. Talvez possa inscrever-se num curso de Medicina e depois fazer homeopatia. Um grande médico americano, Constantin Hering, foi inicialmente um detractor e, quando a estudou a fundo, tornou-se um dos principais defensores de Hahnemann.

Para quando uma pílula homeopática?

Patrício afirma que a ação da homeopatia se baseia “acima de tudo” no princípio da similitude. Tendo em conta que algumas das substâncias usadas são poderosos venenos (como o arsênico ou a beladona), o principio de as diluir até não sobrar nada também é importante para que o paciente sobreviva e marque a segunda consulta. A questão para Patrício (ou deveria dizer dr. Patrício?) continua a ser de autoridade. A sua, porque é médico, face à ausência da minha, porque não sou “médico nem engenheiro ou físico”. Enquanto for conveniente para Patrício, Montagnier terá autoridade, não obstante ter ganho o Nobel por um trabalho completamente diferente realizado há 30 anos. Os resultados de Montagnier acerca da “assinatura electromagnética das moléculas” não são passíveis de serem reproduzidos por outros grupos de investigação. Goste-se ou não, a reprodutibilidade dos resultados é uma característica da ciência, pois ninguém está imune à fraude e ao erro. Em 1999, a Fundação James Randi ofereceu um milhão de dólares a quem conseguisse demonstrar a existência da “assinatura electromagnética”, prêmio que nunca foi reclamado.Patrício contínua a abusar de linguagem aparentemente científica sem qualquer significado. É verdade que há várias técnicas em que contar o número de fotões permite saber a concentração de uma substância, mas isso em nada apoia a causa homeopática. E usa o Santo Graal das pseudociências: a palavra “quântica”! Há instrumentos usados na medicina cujo funcionamento se explica com a física quântica, mas o mesmo se aplica às máquinas de lavar roupa, já que estas têm transístores. Requer um tratamento de excepção para a homeopatia, pois reivindica que os ensaios clínicos sejam feitos “de acordo com os princípios da homeopatia”, e não de acordo com as exigências para qualquer outro tratamento. Rejeita os princípios da medicina baseada na ciência, mas paradoxalmente reclama um estatuto científico para os remédios homeopáticos. Se estes conseguissem provar a sua eficácia através de ensaios clínicos metodologicamente robustos, a homeopatia não seria alternativa, seria simplesmente… medicina. Mas não, os remédios homeopáticos são introduzidos no mercado com um regime especial em que a única coisa que têm de provar é que são… inócuos! Nisso estamos de acordo, são só água e açúcar. Patrício fala de anticoncepcionais. Porque não uma pílula anticoncepcional homeopática? A associação portuguesa de famílias numerosas certamente apoia a ideia. Claro que dá mais jeito um remédio para a gripe, que é uma doença que passa sozinha.

Posted in Homeopatia! Verdade ou Mentira? at junho 10th, 2015. No Comments.

Os 3 Tipos de mentira – Mentir pra si mesmo é a pior mentira.

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Sobre a mentira e a verdade:
A grosso modo, na filosofia, encontramos três formas principais de conceber a verdade. Afinal, se vamos falar de mentira, temos definir o que é mentira e, se a mentira é uma não-verdade, o que é uma verdade?

1) A verdade como adequação

O primeiro tipo de verdade é a verdade como adequação entre a palavra e a coisa. Se eu digo, agora é dia pois o sol está visível eu estarei dizendo uma verdade que se adequada à realidade. Se eu disser a mesma frase depois das 19:00 horas, eu estarei dizendo uma mentira, pois o sol não estará visível e será noite.

A maioria das mentiras que vemos no dia-a-dia correspondem à mentira que é o oposto da verdade como adequação. Se o aluno diz que fez o dever de casa e a professora vai conferir o seu caderno e nota que a tarefa de responder a algumas perguntas não está feita, o aluno estará dizendo uma mentira. A sua frase: “Eu fiz o dever de casa” não se adequa, não corresponde ao caderno que deveria estar preenchido e está em branco.

2) A verdade como lógica

Sabe quando alguém diz uma frase que não tem sentido e dizemos: “Mas isto não tem lógica!”?

A lógica é um ramo da filosofia que estuda as proposições e a validade das proposições, em resumo, a lógica se preocupa com o pensar em geral. Existem várias lógicas na história da filosofia. Durante a minha graduação em psicologia, eu tive a oportunidade de estudar a lógica formal. Um exemplo clássico é o seguinte:

– Todos os homens são mortais
– Sócrates é homem
– Logo, Sócrates é mortal.

É curioso como, necessariamente, a verdade como lógica também vai depender da verdade como adequação. Pois, se não tivéssemos observado a realidade e visto que os homens são mortais, não teríamos nem a primeira premissa, de que “todos os homens são mortais”, certo?

Mas, para não nos alongarmos muito em questões epistemológicas, podemos dizer que o oposto da verdade como lógica é mentira baseada no que é ilógico. Se eu digo: 2+ 2 = 5, eu estou dizendo uma mentira, uma inverdade.

No cotidiano é pouco comum encontrar este tipo de mentira. Será mais frequente se você trabalha com o conhecimento, ou participa de aulas e cursos, já que a verdade como lógica ou mentira como a ausência de lógica estará vinculada com o saber.

3) A verdade como desvelamento

???????, Aletheia é a palavra grega para verdade. Heidegger, um dos mais importantes filósofos de todos os tempos, preferia que a palavra Aletheia fosse traduzida como desvelamento. Segundo ele, “Vom Wesen der Wahrheit”, A Essência da Verdade:

“Se traduzirmos a palavra alétheia por desvelamento, em lugar de verdade, esta tradução não é somente mais literal, mas ela compreende a indicação de repensar mais originalmente a noção corrente de verdade como conformidade da enunciação, no sentido, ainda incompreendido, do caráter de ser desvelamento e do desvelamento do ente”.

Literalmente, Aletheia pode ser dividida em A-Letheia, ou seja, não-velamento, não-escondimento, des-cobrimento. Neste sentido da verdade como desvelamento, a mentira é o que encobre a verdade, o que não revela e sim vela (embora revelar possa ser pensado como velar de novo).

De toda forma, a mentira como velamento faz sentido se pensarmos em questões transcendentes, especialmente da filosofia e da religião. O objetivo de Heidegger ao trazer o sentido da verdade como ??????? era buscar o Ser (Sein) e a relação e a diferença com o ente (Dasein).

 

Charlie Charlie Challenge é um viral do filme “A Forca”. Verdade ou Mentira?

Notícia veiculada na web em maio de 2015 afirma que a brincadeira do desafio “Charlie Charlie” foi um viral para divulgar o filme A Forca! Será?

Conforme já havíamos explicado aqui no E-farsas, em primeira mão no dia 26 de maio de 2015, um tipo de jogo surgiu no Twitter e logo se espalhou pelas redes sociais. O jogo Charlie Charlie Challenge consiste em invocar um demônio mexicano chamado Charlie através de uma folha de papel com dois lápis empilhados em forma de cruz. Ao falar em voz alta a frase “Charlie, Charlie! Você está aqui?” (em inglês), os participantes da brincadeira estariam chamando o tal espírito, que reponde a perguntas feitas movendo um dos lápis para o lado do “sim” ou do “não”!

Se você leu o nosso artigo a respeito desse meme que tomou conta das redes sociais, já sabe que tudo não passou de uma brincadeira, mas que muita gente acreditou!

Agora, a novidade no caso é que vários sites começaram a espalhar que esse jogo seria apenas uma jogada de marketing para divulgar o filme The Gallows (“A Forca”, no título em português).

Será que isso é verdade?

Será verdade que toda esse assunto surgiu dos produtores do filme apenas para divulgar a película?

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Verdade ou Mentira?
Os produtores por trás do filme “A Forca” (que estreia aqui no Brasil no dia 10 de junho de 2015), com certeza se apoiaram no sucesso do meme sobre a brincadeira dos lápis possuídos para alavancar a divulgação de seu filme, mas não partiu deles toda a campanha de marketing.

Aqui no Brasil, os primeiros sites a levantarem a hipótese da criação do desafio por parte dos produtores do filme foram o Vírgula e o CinePop, mas nenhum dos dois cita nenhuma fonte que comprovem esse dados! A única “prova” seria um twit publicado no perfil oficial do filme (do dia 26 de maio), onde podemos ver um trecho de um trailer mostrando duas canetas se movendo sobre uma folha de papel e, logo em seguida, uma cena rápida de uma mulher sendo puxada:Na história do filme (que não tem nenhum demônio mexicano), um rapaz morre enforcado em uma escola e (ao que tudo indica, não podemos dar spoilers) o local passa a ser assombrado por ele. Uma história longe de ser original, mas que ainda atrai bastante publico.

O “demônio” do filme parece se chamar Charlie, mas já no trailer original podemos ver que ele não está sendo invocado por nenhum jogo envolvendo lápis ou papel. Ele parece estar perturbado pela possível destruição do teatro da escola pelos alunos (teatro esse onde ele foi inforcado).

A única semelhança aí é o nome do espírito, pois no Charlie Charlie challenge parece que o fato de dizer o seu nome faz o demônio ficar feliz (e trabalhar para você, respondendo a perguntas com “sim” ou “não”) e seu nome também deve ser dito que ele vá embora. O que não acontece no roteiro do The Gallows…

Procure por alguma menção do desafio Charlie Charlie nos materiais de marketing oficiais da Warner Brothers antes do meme ter se tornado popular. Com certeza, você não vai achar!

Igualmente, você não vai encontrar nenhuma entrevista de algum executivo da Warner Brothers confirmando (ou negando) a informação.

Além disso, conforme apurado pelo jornal Washington Post, essa brincadeira do lápis possuído surgiu em países de língua espanhola há vários, como podemos ver no Yahoo! Respostas, em uma publicação de 2007. Esta versão com os lápis cruzados foi chamado de “Juego de la lapicera” e o “Charlie Charlie” é uma derivação desse jogo, jogado com lápis de cor (como havíamos mostrado no nosso primeiro artigo a respeito). Em algum momento, há pelo menos 3 anos atrás, os dois jogos parecem ter se fundido, virando o desafio do lápis possuído que fez sucesso em maio de 2015.

Mostramos aqui no E-farsas que em janeiro de 2015, o site da loja virtual Pencils parece ter ressuscitado a brincadeira dos lápis, mas o meme não fez sucesso na época!Voltando alguns dias na linha do tempo desse meme, no dia 29 de abril de 2015, um canal de TV local da província dominicana de Hato Mayor exibiu uma reportagem sobre o “Jogo Satânico” que estava virando moda nas escolas locais:A partir daí, segundo o Washington post, os usuários de mídia social na República Dominicana começaram a publicar no Twitter e no Instagram a respeito do jogo, fazendo com que a frase “Charlie Charlie” virasse o assunto mais comentado no Twitter da República Dominicana na ocasião.

O jornal The Independent tentou contactar a Warner Brothers, que é a distribuidora do filme, para que a empresa negue (ou confirme) se há mesmo alguma ligação entre o meme e o filme, mas a Warner não respondeu!

Conclusão
O desafio do Charlie Charlie não foi inventado pelos produtores do filme A Forca. O que aconteceu foi que aproveitaram um meme que estava fazendo sucesso para tentar alavancar ainda mais a divulgação do filme!

Posted in Charlie Charlie È Um Viral Do Filme? at junho 2nd, 2015. No Comments.

Contabilidade: Verdades e Mentiras.

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A verdade é que a contabilidade passa por profundas transformações, exigindo de nós atualização constante, especialmente em relação às normas internacionais, agora adotadas oficialmente no Brasil.Como em toda ciência, a contabilidade sofre com estigmas que se introduzem com o tempo, cabendo a nós, contabilistas, combatê-las com o ímpeto necessário e visando preservar os penosos avanços até aqui alcançados por todos os que contribuíram e contribuem com a dinâmica do desenvolvimento social, econômico e científico.
A mentira é que isto é moda, que tudo passará e os balanços continuarão sendo apenas demonstrativos para o fisco. Ilude-se quem ainda julga que um balancete ou balanço possa ser fraudado com simples canetadas ou ajustes temporários. Com a introdução de diversos mecanismos de acompanhamento eletrônico (SPED-fiscal, ECD, NF-e, etc.) a “burla” terá vida curta – como diz o provérbio: “mentira tem perna curta”.
A verdade é que os contabilistas estão sobrecarregados de exigências extra-contábeis, como elaboração de minuciosas demonstrações para o fisco. Mais verdade ainda é que ainda não são remunerados adequadamente por todas estas obrigações, ainda mais considerando-se a grande responsabilidade civil e penal que têm ao assinar tais demonstrativos.
A mentira é que o governo vem simplificando as obrigações. Ao contrário, com exigências cada vez mais técnicas (manuais de operação com centenas de páginas de campos, dados, layouts, etc.), o profissional contábil vê-se quase à mercê, pagando caríssimo, de profissionais de outras áreas (como informática), tendo que delegar enormes quantidades de confiança e quase sem tempo para acompanhar todas as tarefas.
A verdade é que a contabilidade é útil, verdadeiro repositório de informações para o gerenciamento de um negócio ou de uma entidade sem fins lucrativos. Se ela não é utilizada com este fim, então estamos diante de outra verdade: dinheiro mal aproveitado.
A mentira é que a contabilidade é cara. Quem faz esta afirmação não conhece (ou não lê) as milhares de normas, regulamentos, leis, portarias, instruções e outras parafernálias diárias que são publicadas nos diários oficiais da União, Estados e Municípios, mudando grotescamente a legislação e as exigências do dia para a noite.A verdade é que a classe contábil é pouco unida, pouco participativa nos sindicatos. O episódio recente do COAF, exigindo que o contabilista quebre o sigilo dos clientes ao informar operações, é um exemplo: pouquíssimos sindicatos se manifestaram, cadê a atuação deles nesta aberração a ética do profissional?
A mentira é que não pudemos mudar o Brasil. Ora, somos mais de 500.000 profissionais, com alto conhecimento técnico, capacidades específicas, poder de gestão, e outros atributos. Como não podemos participar e contribuir para que o Brasil mude, a partir de ações individuais, profissionais, coletivas e participativas de uma classe tão numerosa e (ainda não) tão influente na vida social?
Verdades e mentiras. Você escolhe com as quais convive diariamente.

Angélica que disse ser vegetariana,come um cachorro-quente no comercial da Perdigão. Verdade ou Mentira?

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Celebridades com hábitos de consumo diferentes dos que apregoam nas campanhas publicitárias podem abalar a credibilidade da marca e ainda virar piada nas redes sociais.
Ela não gostava de cerveja, mas foi convidada a ser musa do camarote da Devassa em pleno Carnaval carioca. Ele não comia carne há 30 anos, mas disse ter mudado de ideia antes de estrelar a campanha da Friboi. No caso mais recente, a cantora-atriz-apresentadora Angélica aparece na campanha da Perdigão abocanhando um cachorro-quente, apesar de não consumir glúten ou comer carne.
Por causa das peças publicitárias, a cantora Sandy e o mito Roberto Carlos passaram por maus bocados na mídia, em parte por passar a ideia de que fingiam gostar dos produtos para convencer o consumidor. Para as empresas citadas, a polêmica sobressaiu-se à intenção original das campanhas.

“Costumo dizer que em tempos de internet, a mentira tem mídia curta”, brinca Andrey Ohama, diretor de criação da agência de publicidade cearense 101º Macaco. “Começar uma campanha mentindo é dar um tiro no pé. Não se deve colocar dúvidas sobre o que a marca está comunicando”, afirma.

Segundo Andrey, as campanhas que utilizam famosos têm como objetivo associar às marcas a empatia que o público tem por eles. “Mas como o público vai fazer esta associação se sabe que eles não as consomem na vida real?”
Para Diego Ribeiro, diretor de criação da agência cearense Bolero Comunicação, uma campanha que cause polêmica geralmente não traz benefícios. “Usaram a Angélica para anunciar um tipo de produto que ela já havia dito que não consumia. Ficou um pouco forçado quando ela disse depois que abria exceção para a salsicha”, afirma.

Diego cita ainda o caso da marca de picolés Diletto como exemplo de estória forjada para parecer crível. “Era para ser um storytelling (a estória por trás de um produto), mas depois se descobriu de que não era bem assim”, lembra. O Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou alterações em todo o material publicitário.

Em relação a Perdigão, a campanha busca posicionar a marca na fatia mais popular e tentar conter o avanço dos concorrentes. Ele acha que não deve haver impacto nas vendas. “O público-alvo é a classe mais popular, que não vai se importar se ela consome ou não o produto”, indica.

Alegações
Segundo nota oficial da Perdigão, os hábitos da apresentadora não interferiram na escolha da marca: “Na campanha, Angélica come os produtos Perdigão, como a salsicha, além de servir sua família e amigos.”

A apresentadora acabou se pronunciando também: “Fui escolhida por meu papel como mulher dona de casa. Além disso, como salsicha, adoro cachorro quente e estou comendo no comercial porque realmente gosto”.
VEJA CASOS SEMELHANTES

Devassa

Em 2011, a cantora Sandy afirmou: “Cerveja realmente não é minha bebida preferida. O que não gosto na cerveja é do gosto amargo. Eu gosto de bebida doce, vinho etc. Mas isso não tem problema. Ou todo mundo acha que a Xuxa usa Monange e que o Luciano Huck e a Angélica usam Niely Gold?” A declaração motivou a resposta de ambos.

Friboi

Roberto Carlos perdeu um naco da credibilidade. Tudo por causa do comercial da Friboi. Um dos rumores foi o de que o cantor não teria sequer dado uma garfada no bife. A JBS, então, teria decidido cancelar o contrato, previsto para durar até 2015. “Nunca fui vegetariano, eu só não comia carne vermelha, mas comia peixe e frango”.

Seara

Outro caso envolveu a Seara, que apresentou o chef italiano Cesare Giaccone como especialista em lasanha e que aprovava o produto. Consumidores descobriram que além de não vender o prato em seus restaurantes, não havia registros de que ele entendia realmente do prato.

Diletto

O personagem que ilustrava a seção “Nossa História”, no site da Diletto, responsável por conceber as receitas de sorvetes e ter inspirado a criação da marca era pura fantasia. A verdade foi descoberta e revelada pela revista Exame. O Conar recomendou que a peça publicitária fosse modificada, explicando que o personagem não era real.

VERDADE ou MENTIRA? Haverá confisco na poupança?.

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Mais uma onda de boatos que rola em Whatsaap faz com que um órgão federal se pronuncie sobre o ocorrido. Dessa vez um hoax foi espalhado afirmando que após as festas de carnaval, o Governo Federal iria confiscar todo o dinheiro de quem tinha conta na Caixa Econômica Federal.
A notícia foi divulgada através de uma mensagem no Whatsaap e se espalhou por todo o país. Devido a isso, o Ministério da Fazenda foi obrigado a emitir uma nota oficial sobre o caso:
Tais informações são totalmente desprovidas de fundamento, não se conformando com a política econômica de transparência e a valorização do aumento da taxa de poupança de nossa sociedade, promovida pelo governo, através do Ministério da Fazenda”, destacou o comunicado.
De acordo com o ministério, foi detectado um volume expressivo de troca de mensagens, principalmente no aplicativo Whatsapp, dando conta do confisco de aplicações financeiras. Isso motivou a emissão da nota oficial.

Posted in Haverá Confisco Na Poupança? at maio 19th, 2015. No Comments.