Comida queimada faz mal para a saúde?

Verdade

Você é uma mulher e gosta da comida mais “bem passada” que as outras pessoas? Então talvez você não vá ficar muito feliz em saber que estudos feitos na Holanda revelaram que isso pode ser mortal.

A pesquisa, feita em 2007 com 120 mil pessoas, entre homens e mulheres, apontou que a culpa disso está na acrilamida. A substância está presente em pequenas quantidades em pães, carnes, cereais, café, batatas e (para a “surpresa” de muitos) em fast foods, mas aumenta consideravelmente em número quando um alimento é cozido de qualquer maneira.

Quando absorvida pelo organismo feminino, mesmo em quantias baixas, ela dobra as chances da pessoa desenvolver câncer de ovário e útero. De acordo com o The Telegraph, apenas 40 microgramas de acrilamida (que você pode encontrar em um pacote de batatas chips de 32 gramas) por dia já são suficientes.

Perigos e prevenções

Mas você é homem e está pensando que está livre desse problema? Não necessariamente. Isso porque, embora os estudos não tenham apontado nenhum perigo imediato para o organismo masculino, nada prova que perigos não possam existir, com exposições prolongadas.

Então, no fim das contas, é melhor desistir da comida torrada? Infelizmente, isso não é suficiente. Segundo Janneke Hogervorst, do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Maastricht, “uma vez que a acrilamida se forma naturalmente em vários alimentos cozidos, não é possível ter uma dieta balanceada que a evite”. Parece que o segredo, como sempre, é não exagerar em nada.

Posted in Padão at maio 19th, 2012. No Comments.

Verdade ou mentida: o que não mata engorda?


Você alguma vez “resgatou” algum alimento que deixou cair no chão e, depois de conferir que não estava sujo, comeu sem que ninguém visse? De acordo com o Daily Mail, um grupo de cientistas da Manchester Metropolitan University decidiu comprovar se realmente o que não mata engorda, fazendo um estudo baseado na crença popular de que, se um alimento for recolhido do chão rapidamente, este provavelmente não terá tempo de sofrer contaminação.

Durante o estudo, foram selecionados cinco tipos de alimentos corriqueiros — pão com geleia, macarrão, presunto, bolacha e frutas secas —, que foram analisados depois de intervalos de 3, 5 e 10 segundos de terem caído no chão. Além disso, cada um dos itens foi escolhido devido ao diferente conteúdo de água, substância essencial para a proliferação de bactérias.

Resultados

Segundo os pesquisadores, alimentos com altos teores de sal e açúcar, tais como a maioria dos alimentos processados, são os menos propensos a sofrer proliferações de microrganismos em pouco tempo de exposição.

Assim, o presunto (com alto teor de sal) e o pão com geleia (com alto teor de açúcar) apresentaram um ambiente inóspito para a proliferação de bactérias. A bolacha, devido ao baixo conteúdo de água e pouca aderência natural, também se mostrou como um alimento pouco perigoso.

Por outro lado, as frutas secas e o macarrão mostraram a presença da bactéria Klebsiella, organismo responsável por uma série de infecções e doenças, depois de apenas três segundos de exposição.

Fonte: Dailymail

Posted in Padão at maio 17th, 2012. No Comments.

Verdade ou mentira? Cerveja dá barriga?

Um estudo feito por uma equipe de cientistas da Alemanha concluiu que a cerveja não é a responsável pela barriga nos homens. Ela apenas contribui para o aumento de peso.

Durante a pesquisa, os cientistas analisaram o peso, a medida do quadril e da cintura de quase 20 mil pessoas durante quatro anos. Além disso, os participantes relataram detalhes sobre a quantidade de bebida consumida por dia.

Então, o grupo percebeu que tanto consumidores de cerveja quanto os que não bebiam ganharam barriga. A partir disso, os pesquisadores concluíram que a barriga de cerveja é um mito.

Logo, o consumo de cerveja interfere apenas no aumento de gordura corporal total, contaram os cientistas ao Jornal Europeu de Nutrição Clínica. Portanto, consumidores de cerveja realmente ganham peso, mas não necessariamente na região da cintura. Por sua vez, as mulheres analisadas ganharam mais massa gordurosa nos quadris do que na região da barriga.

Além disso, a equipe descobriu que homens e mulheres tem uma percepção diferente do consumo de cerveja. Para as mulheres, consumo moderado significa ingerir 250 ml de cerveja por dia, enquanto os homens consideram de 500 a 1000 ml por dia uma quantidade média.

A pesquisa foi feita por cientistas da Fulda University of Applied Sciences, da University of Gothenburg, do Institute of Human Nutrition Potsdam-Rehbrücke e publicada no jornal britânico Daily Mail.

Posted in Mentira, Mitos at abril 5th, 2012. No Comments.

Dentes – Mitos e verdades sobre o tratamento de canal

Quando o assunto é tratamento odontológico quase sempre a reação provocada é medo. Esse receio já faz parte da história da odontologia e não é diferente quando o problema é tratamento de canal. Tecnicamente nomeada de Endodontia, a especialidade é uma das mais procuradas na atualidade. O tratamento de canal é necessário quando a polpa dentária é atingida e geralmente acontece quando existe processo avançado de cárie. Problemas dentários repetidos, trincas e fraturas também podem ocasionar danos à polpa dentária. O procedimento consiste na remoção da polpa, composta por nervos e vasos presentes no interior do dente, e sua substituição por uma pasta obturadora compatível, em dentes de leite, e por cones de um material chamado guta percha (semelhante à borracha) em dentes permanentes.

O método pode salvar muitos dentes que no passado eram condenados à extração. “Esse procedimento pode ser rápido, principalmente se o dente não estiver infectado, ou seja, sem a presença de bactérias no local. Já quando existe pus, hemorragia ou tumefação, os tratamentos podem durar duas ou mais consultas”, explica o Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos, especialista em Endodontia da Odontoclinic.


A cárie dentária é a principal causa do problema, que nos casos agudos provoca dor incessante, mesmo com o uso de analgésicos.

Principais sintomas

Diversos são os sinais que podem indicar a presença de problemas endodônticos. Esses indícios geralmente são acompanhados de dor persistente, que pode ser espontânea ou ocasionada por estímulos (como, por exemplo, ao beber água gelada). Essa dor geralmente não cessa nem com o uso de analgésicos. Dificuldade de mastigação e sensação de aumento da pressão dentro do dente também são sintomas comuns. No entanto, casos em que a pessoa convive com o problema sem nenhum sintoma aparente também existem, sendo necessária a realização de radiografias para detectar o problema.

A ausência de tratamento pode levar a dores no local, inchaços, abscessos, problemas sistêmicos e até a perda do dente. “Muitas são as justificativas que impedem as pessoas de procurar o tratamento adequado. O medo de sentir dor faz com que a pessoa opte pela extração do que por tratar o canal em dentes que poderiam facilmente ser salvos. É uma pena”, completa o especialista da Odontoclinic.

Tratamento – Com o uso de anestesia o tratamento de canal é, na maioria dos casos, indolor. Pode haver certo desconforto, o que é normal em um tratamento endodontico, pela neces

sidade de manter a boca aberta por um longo período de tempo. É feito em várias etapas, dependendo do caso. Primeiramente, é realizada a abertura no dente e, em seguida, é feita a remoção da polpa inflamada (pulpectomia). O espaço pulpar e os canais são esvaziados, alargados e limados, em preparação para o seu preenchimento com cones biocompativeis chamado de guta-percha. “Em caso de dentes infeccionados é realizado um procedimento chamado de penetração desinfectante, onde visa eliminar os microorganismos, dentro do canal com uso de hipoclorito de sódio, sendo em seguida realizado o alargamento e a limagem dos canais. Nos casos em que se faz necessária mais do que uma visita, é colocada uma restauração temporária na abertura da coroa, a fim de proteger o dente no intervalo das visitas”, explica Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos.

O passo seguinte é o preenchimento permanente da cavidade da polpa e canal. Um material em forma de cone (flexível) é inserido em cada um dos canais e geralmente selado em posição com um cimento apropriado. Em alguns casos um pino de fibra de vidro ou metal é colocado no canal para se conseguir maior resistência. Somente são colocados pinos metalicos ou de fibra de vidro, se ha necessidade ou indicação de realizar protese sobre o elemento. A etapa final consiste na colocação de uma coroa sobre o dente para lhe conferir uma aparência natural.

Como evitar – De acordo com o especialista, o principal fator que leva ao tratamento de canal é a presença de processos avançados de cáries. Por isso a importância de uma boa assepsia bucal. “Por natureza, a boca humana abriga cerca de 560 espécies de microorganismos, mas com uma boa higiene eles não chegam a incomodar. Já a má escovação faz com que esses microorganismos se multipliquem causando cáries e placa dentária”, ressalta o especialista. É fundamental a escovação dos dentes três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remoção da placa bacteriana. Esse cuidado, além de evitar cáries também evita outros problemas como a gengivite. Usar fio dental diariamente também é importante para remover a placa bacteriana que se instala entre os dentes e sob a gengiva. Quando a placa não é retirada ela endurece e dá origem ao tártaro, ou cálculo dental, este só pode ser removido pelo dentista.

O especialista em Endodontia da Odontoclinic, Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos, destaca abaixo alguns mitos e esclarece verdades sobre tratamentos de canal:

Mito: Tratamento de canal enfraquece os dentes.

Verdade: O dente que foi submetido ao tratamento de canal é considerado desvitalizado, o paciente nunca mais deve sentir dor ou sensibilidade ao quente e frio neste elemento.

Verdade: O tratamento de canal consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneos. No entanto, externamente, o dente é envolvido pelos ligamentos periodontais, um ligamento vivo que permite que o dente continue a executar suas funções sem nenhuma perda ou dano.

Verdade: O dente que necessita de um tratamento de canal se encontra enfraquecido pela perda da estrutura dental, causada, geralmente, pela cárie profunda.

Mito: Para o tratamento de canal são necessários muitos dias.

Verdade: O tratamento de canal pode ser realizado em poucas consultas, principalmente se o dente não estiver infectado, ou seja, sem a presença de bactérias no local. Quando existe presença de pus, hemorragia ou tumefação, os tratamentos exigem maior número de consultas.

Sobre a Odontoclinic – Fundada em 1997, a Odontoclinic é a maior rede de franquias de odontologia em atuação no País. Em 2002, adotou o sistema de franchising – atualmente conta com 140 franquias e quatro unidades próprias. A projeção é de totalizar 500 clínicas em todo o Brasil até 2016. A companhia conta com todos os tipos de tratamentos na área da Odontologia, como Ortodontia, Clínica Geral, Endodontia, Periodontia, Cirurgia Oral Menor, Odontopediatria, Prótese e Implante.

Posted in Mentira, Mentiras, Mitos, Verdade, Verdades at março 21st, 2012. No Comments.

Raça de cão agressivo? – “Agressividade natural” de pit bulls é mito

Para muitos um intolerável cão, com fama de agressor. Títulos tão pejorativos à raça são responsáveis pelo preconceito e discriminação que estes cães sofrem. Afinal, será que o pit bull é agressivo?

A origem da raça pit bull remonta ao século XIX. Do ponto de vista técnico, a raça pois possui um temperamento amigável. Apesar disso, a mordida de um pit bull é potente devido a forte musculatura que envolve sua mandíbula. Além disso, sua boca abre de uma orelha a outra permitindo um perfeito encaixe dos dentes, fazendo com que ele morda sem soltar a sua presa.

Um tutor de qualquer cão deverá ter em mente a ‘guarda responsável’, não deixando o animal preso por longos períodos ou o confinando em pequenos espaços. Além disso, a fome e a sede geram desvios comportamentais, caracterizando maus-tratos e acabando por tornar o cão agressivo.

Desde filhote, o cão tem que ser tratado com carinho. Esse carinho vai desde o aspecto do bem-estar até a forma de como se aproximamos e convivemos com ele. Qualquer cão pode se tornar agressivo e, muitas as vezes, o verdadeiro cúmplice da conduta de um cão é o seu tutor. Geralmente, esse comportamento é intencionado pela criação. Um cão com medo, decorrente de fatores traumáticos, poderá avançar em alguém que se aproxime dele. Claro que o ataque de um cachorro pequeno é menos prejudicial comparado com um ataque de um cachorro grande.

Posted in Animais, Cão Pit Bull, Mentiras, Mitos at março 7th, 2012. 1 Comment.

Mito – Devemos beber no mínimo dois litros de água por dia

Uma das clássicas receitas para a boa saúde é manter a hidratação, bebendo no mínimo dois litros de água por dia.

Não existe, no entanto, nenhuma evidência médica de que precisemos de uma dose tão alta assim.

O necessário são dois litros de fluído, mas nessa conta também entram quaisquer outras bebidas, além de frutas e verduras, o que diminui a exigência de água.

Posted in Mentira, Mitos at fevereiro 6th, 2012. No Comments.

Raspando os pelos com barbeador faz crescer mais rápido, duros e crespos?

Já em 1928, um estudo resolveu fazer a comparação entre pelos raspados frequentemente e pelos deixados por fazer, e descobriu que não existe diferença nenhuma.

O que dá essa impressão é o fato de que as frequentes raspagens vão paulatinamente desgastando apenas as pontas da barba.

Quem não deixa crescer muito e só costuma ver a ponta da barba acaba achando que ela está crescendo mais grossa.

Posted in Mentira, Mitos at janeiro 31st, 2012. No Comments.

Mito: Frituras não levam a problemas no coração, contanto que você use azeite de oliva ou óleo de girassol


Você não precisa mais parar de comer as batatas fritas que tanto ama. Segundo uma nova pesquisa, a ingestão regular de alimentos fritos não provoca ataques cardíacos, contanto que você use azeite de oliva ou óleo de girassol para fritá-los.

Ou seja, os cientistas disseram que o tipo de óleo usado, e se ele foi ou não utilizado antes, realmente importa.

Os pesquisadores espanhóis acompanharam mais de 40.000 pessoas, dois terços dos quais eram mulheres, a partir de meados dos anos 1990 a 2004.

Os participantes contaram quantas vezes comiam alimentos fritos, seja em casa ou fora de casa. Em seguida, os pesquisadores verificaram se a ingestão de alimentos fritos regularmente aumentou a probabilidade de algum participante ter doença cardíaca, como um ataque cardíaco ou angina que requeira cirurgia.

O estudo não encontrou nenhuma associação entre a frequência de consumo de alimentos fritos na Espanha – onde óleos de oliva e de girassol são principalmente usados nas frituras – e a incidência de doença cardíaca grave.

No entanto, a Fundação Britânica do Coração alertou os britânicos para não recorrer a frigideira tão rápido, pois a dieta mediterrânica como um todo ainda é mais saudável que a do Reino Unido.

Os pesquisadores dividiram os participantes do estudo em quatro grupos, de menor ingestão de alimentos fritos a maior, e não encontraram nenhuma diferença significativa no risco de doença cardíaca.

No total, houve 606 incidentes relacionados a doenças do coração, mas eles foram divididos de modo relativamente uniforme entre os quatro grupos.

Os autores concluíram que, em um país mediterrâneo, onde o azeite e o óleo de girassol são as gorduras mais comumente usadas para fritar, e onde grandes quantidades de alimentos fritos são consumidas tanto fora como dentro de casa, não foi observada associação entre o consumo de frituras e os riscos de doença cardíaca coronária ou morte.

Sim, no seu conjunto, o mito de que alimentos fritos são geralmente ruins para o coração não é suportado por evidências científicas. No entanto, isso não significa que refeições frequentes de frituras não terão consequências para a saúde.

Alimentos fritos contêm mais calorias, o que também é ligado à pressão alta e obesidade. Os autores do estudo espanhol observam que os resultados só poderiam realmente ser extrapolados para outros países mediterrâneos com dietas semelhantes, cujo povo tende a fritar com azeite e óleo de girassol “frescos”.

Frituras do estilo norte-americano (fast-foods e comidas pra entrega) são diferentes, porque tendem a ser fritas em óleos reutilizados, com mais gordura trans, além de ter muito mais sal, que aumenta a pressão arterial e o risco de doença cardíaca.

A dieta nos outros lugares do mundo é diferente da da Espanha, por isso não podemos dizer que o resultado seria o mesmo para nós também.

A recomendação dos pesquisadores é trocar gorduras saturadas, como manteiga, banha ou óleo de palma por gorduras insaturadas, como forma de manter seu colesterol baixo.

Mas, independentemente dos métodos de fritura utilizados, consumir alimentos com alto teor de gordura significa um elevado teor calórico, que pode levar a ganho de peso e obesidade, fatores de risco para doenças cardíacas.

Uma dieta bem equilibrada, com bastante frutas e vegetais e apenas uma pequena quantidade de alimentos ricos em gordura é melhor para um coração saudável.

Posted in Medicina, Mentira, Mitos at janeiro 25th, 2012. No Comments.

A zona erótica da mulher, o ponto “G” é mito diz cientistas

Segundo cientistas, não há evidência que a zona erótica da mulher exista

Um estudo descobriu que a zona erótica da mulher é um mito. O ponto “G” foi descoberto em 1950, no entanto a pesquisa afirmou que ele não existe. Os cientistas analisaram mais de 100 estudos publicados durante seis décadas e não encontraram qualquer evidência que provasse a existência do ponto. As informações são do The Sun.

Durante anos, homens e mulheres foram induzidos a procurar o ponto “G”, com orientações profissionais e artigos que buscavam provocar o ápice do prazer na mulher ao encontrar a região certa. As próprias mulheres davam indicações aos homens para que eles chegassem ao tal ponto.

Segundo o jornal, existem pontos em que a mulher sente mais prazer, no entanto, nada como o mítico ponto “G” que muitos homens e mulheres buscam encontrar sem sucesso.

Posted in Medicina, Mitos at janeiro 24th, 2012. 1 Comment.

Mitos e verdades sobre a pílula anticoncepcional

A Pílula possivelmente é o método de contracepção mais comum no mundo. Calcula-se que cera de 90 milhões de mulheres no mundo todo façam uso do anticoncepcional. Eles atuam evitando que ocorra a ovulação – liberação de óvulo pelos ovários. Por ser um método muito utilizado, existem diversos mitos sobre o assunto. Dê uma olhadinha abaixo e tire algumas de suas dúvidas de uma vez por todas.

Alguns remédios podem anular o efeito do anticoncepcional?

Verdade. Sabe-se que a ampicilina, por exemplo, um antibiótico bastante comum e utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringo-amigdalites e pneumonias, entre outros, pode reduzir a eficácia da pílula. Ainda, várias drogas anti-convulsivantes (utilizadas no tratamento de diversas formas de epilepsia) podem diminuir a eficácia dos anticoncepcionais orais. Nesses casos, a mulher deve associar a pílula a um método de barreira – preservativo – até o final da cartela.

Mulheres que usam pílula têm maior risco de câncer de mama e de útero.?

Mito. O risco de câncer de mama é praticamente o mesmo entre usuárias e não-usuárias de pílula.

Pílula engorda.?

Talvez. Ainda que o ganho de peso esteja entre as queixas mais comuns das mulheres que utilizam a pílula, os estudos mostraram que isto pode não ser completamente verdadeiro. Uma pesquisa recente descobriu que 72% das pacientes que começaram a tomar o anticoncepcional oral não apresentaram qualquer alteração de peso no final do período.

Pílula faz mal para o cabelo.?

Mito. Não existem evidências científicas comprovando este fato.

Depois que comecei a tomar a pílula, meu humor mudou.

Podem ocorrer náuseas, dor de cabeça, dor nos seios, sangramentos vaginais irregulares e depressão nos primeiros meses de uso da Pílula, mas estes efeitos colaterais freqüentemente cessam após alguns meses.

Pílula diminui a incidência de cólica

As cólicas são menos freqüentes nas mulheres que não ovulam. Por isso, as pílulas podem ser úteis em 70-80% dos casos de dismenorréia (cólica).

Mulheres que tomam Pílula demoram mais para engravidar quando param.?

Mito. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam o uso do contraceptico oral pode levar mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, mas não parece haver prejuízo da fertilidade como um todo.

A Pílula pode piorar a asma.

Mito. As alterações nos níveis hormonais parecem ter um papel importante na gravidade da asma nas mulheres e cerca de 30 a 40% das mulheres apresentam flutuações na gravidade das crises relacionadas ao ciclo menstrual. A crise tende a ocorrer três dias antes e durante os quatro dias da menstruação. Os anticoncepcionais orais podem ajudar estes casos, nivelando as flutuações hormonais.

Parar de tomar pílula causa acne?

Verdade. A pílula reduz os níveis sangüíneos de androgênios (hormônios masculinizantes) e, dessa forma, podem colaborar para diminuir a gravidade da acne.

Bebida alcoolica pode interferir na eficácia da pílula

Talvez. O consumo de bebidas alcoólicas com moderação não interfere no funcionamento da pílula anticoncepcional. Assim, para garantir a sua eficácia, é muito mais importante que se você tome os comprimidos todos os dias sem falhas, nem esquecimentos, de preferência no mesmo horário, independente do que vai beber no dia.

Fonte: Bem Paraná

Posted in Mentira, Mitos, Verdade at janeiro 23rd, 2012. No Comments.