Diferenças entre os sexos – Homens x Mulheres – Mitos: Transa, orgasmos, beleza, comportamento

 “Homens só querem sexo, mulheres querem comprometimento”. “Homens pensam em sexo o dia inteiro”. “Todas as mulheres são românticas”. Quem aí já cansou de mitos como estes, que falam de forma errônea sobre a diferença entre os sexos? o/

Não entendam errado, não estou dizendo que os homens e mulheres pensam e se comportam da mesma forma. Só que, na minha experiência pelo menos, nossas ideias sobre o que define o pensamento do sexo oposto podem ser influenciadas por uma pessoa específica e acabamos generalizando.

Por exemplo, tenho amigas que, realmente, ficam desesperadas quando estão solteiras e não sossegam enquanto não acham um namorado. Mas elas não representam todas as mulheres e, aliás, não representam, necessariamente, nem a maioria.

Exatamente por esse motivo, achei muito bacana um estudo da Universidade de Michigan que, com a ajuda da ciência, reuniu pesquisas que detonam 5 mitos do senso comum sobre a diferença entre os sexos. Dá só uma olhada:

1. Homens pensam sobre sexo o tempo todo

Um cara pensa em sexo uma vez a cada 7 segundos – tenho certeza que você já ouviu essa. Se fosse verdade, eles não seriam capazes nem de se comunicar, de tão ocupados que seus cérebros estariam imaginando sacanagens a intervalos tão curtos de tempo. Um estudo feito em 2011 mostrou que homens pensam em sexo 18 vezes por dia, em média. Mulheres, por sua vez, pensam sobre isso 10 vezes por dia. Mas, ao mesmo tempo, os caras também pensam mais sobre comida e sobre o sono, o que dá pra concluir que, na cabeça deles, sexo não vem em primeiro lugar absoluto – por mais que você tenha aquele amigo que garanta que sim.

2. Homens transam mais do que mulheres

Mais uma balela propagada por aquele seu amigo espertalhão. Homens DIZEM que fazem sexo com mais parceiras/os. Mas um estudo feito em 2003 analisou moças e rapazes conectados a um detector de mentira. Como sabiam que estavam ligados aos aparelhos, os homens disseram que transaram com menos pessoas do que quando questionados sem o detector de mentira. Resultado: a média de parceiros dos dois sexos é praticamente igual.

3. Homens querem gostosas, mulheres querem ricaços

A psicologia evolutiva diz que homens procuram por parceiras férteis – em outras palavras, com quadris largos, seios fartos e todo o pacote que você já conhece. Já as mulheres, instintivamente, buscariam um cara que seria capaz de manter a família – nos dias de hoje, alguém financeiramente estável. No entanto, um estudo de 2008, que fez com que homens e mulheres participassem de uma sessão de encontros relâmpago, mostrou que, nessas ocasiões, os interesses românticos (programas preferidos, gosto musical, personalidade) tinham prioridade em relação ao status e à aparência. Ou seja, quando rola atração verdadeira, o dinheiro ou o tamanho do silicone não importam.

4. Mulheres têm menos orgasmos do que os homens

Por muito tempo acreditamos que as moças estavam fadadas a uma vida de raros prazeres sexuais – afinal, para elas é mais difícil ‘chegar lá’, certo? Em partes. Isso procede quando falamos de ‘casos de uma noite’. Nessas situações, o clímax realmente é mais raro entre as mulheres. Mas, quando estão em um relacionamento de mais tempo, mulheres tem uma frequência de orgasmos equivalente a 79% das vezes em que seus parceiros chegam lá. Ainda não é uma relação de 1 para 1, mas já é um número mais alto do que o senso comum.

5. Mulheres são mais seletivas do que homens

De novo as teorias da evolução pregam que as mulheres, por carregarem o filho durante 9 meses e, em teoria, terem a responsabilidade de criá-lo, são mais críticas na seleção de seus parceiros. Afinal, novamente em teoria, os homens só querem espalhar ‘sua semente’. Mas um estudo de 2009 mostrou que pessoas dos dois sexos são mais seletivas quando alguém as aborda do que quando escolhem alguém para abordar. Em outras palavras, quando você recebe uma cantada, julga mais quem está te cantando do que quando analisa um alvo de suas próprias cantadas. No entanto, por motivos culturais, ainda é mais comum que o homem faça a aproximação – tornando natural que a mulher o julgue mais.

E aí, gostou dessas novas ideias? Garanto que elas seguram qualquer conversa de bar por uma noite inteira. E, se você tem algum outro mito a ser detonado que gostaria de acrescentar a essa lista, sinta-se a vontade para deixar um comentário ou me escrever um e-mail – meu endereço está do lado direito da tela.

Posted in Comportamento, Mitos at setembro 7th, 2012. No Comments.

Verdade ou mentira? Cerveja dá barriga?

Um estudo feito por uma equipe de cientistas da Alemanha concluiu que a cerveja não é a responsável pela barriga nos homens. Ela apenas contribui para o aumento de peso.

Durante a pesquisa, os cientistas analisaram o peso, a medida do quadril e da cintura de quase 20 mil pessoas durante quatro anos. Além disso, os participantes relataram detalhes sobre a quantidade de bebida consumida por dia.

Então, o grupo percebeu que tanto consumidores de cerveja quanto os que não bebiam ganharam barriga. A partir disso, os pesquisadores concluíram que a barriga de cerveja é um mito.

Logo, o consumo de cerveja interfere apenas no aumento de gordura corporal total, contaram os cientistas ao Jornal Europeu de Nutrição Clínica. Portanto, consumidores de cerveja realmente ganham peso, mas não necessariamente na região da cintura. Por sua vez, as mulheres analisadas ganharam mais massa gordurosa nos quadris do que na região da barriga.

Além disso, a equipe descobriu que homens e mulheres tem uma percepção diferente do consumo de cerveja. Para as mulheres, consumo moderado significa ingerir 250 ml de cerveja por dia, enquanto os homens consideram de 500 a 1000 ml por dia uma quantidade média.

A pesquisa foi feita por cientistas da Fulda University of Applied Sciences, da University of Gothenburg, do Institute of Human Nutrition Potsdam-Rehbrücke e publicada no jornal britânico Daily Mail.

Posted in Mentira, Mitos at abril 5th, 2012. No Comments.

Existe cirurgia para aumentar o tamanho do pênis?

Existem dois tipos de operação com esse objetivo: uma para aumentar o comprimento e outra para incrementar o diâmetro do órgão.

Na primeira, o cirurgião faz o pênis crescer expondo um pedaço dele que normalmente fica escondido na pélvis. Na outra cirurgia, o médico enxerta algum material entre a pele e o interior do pênis, “inflando” o dito-cujo.

São procedimentos simples: levam menos de uma hora e só requerem anestesia local. Mas o paciente deve avaliar com cuidado as consequências antes de  encarar o bisturi. Nas duas cirurgias, os riscos envolvidos são consideráveis. E é justamente essa  a causa da acalorada polêmica entre os médicos sobre o assunto.

No Brasil, onde cirurgias assim são feitas desde o início da década de 1990, o Conselho Federal de Medicina (CFM) acabou proibindo-as parcialmente em 1997, alegando insegurança e ineficácia. Muitos especialistas condenam a operação. “Essas cirurgias são anedóticas. Têm resultados péssimos”, diz o urologista Joaquim de Almeida Claro, da Universidade Federal de São Paulo(Unifesp). Os médicos contrários à técnica também insistem que os homens que buscam o aumento do pênis deveriam procurar primeiro aconselhamento psicológico, pois a maior parte deles tem órgão com tamanho considerado normal. Mas, como o tema é controverso, os cirurgiões que praticam a operação discordam dessas avaliações: “O homem que sofre com isso questiona sua performance sexual o tempo todo. O desconforto que ele sente com o próprio corpo é enorme. Eu nunca vi psicólogo resolver isso”, diz o cirurgião vascular Márcio Dantas de Menezes, da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual. De qualquer forma, é bom frisar que o CFM, principal entidade médica do país, só autoriza a operação para homens com micropênis (órgão com menos de 2 centímetros) ou na reconstrução de tecidos para mutilados em acidentes.

Fonte Mundo Estranho

Posted in Verdades at abril 16th, 2010. No Comments.

Um chute na parte íntima da mulher sentirá tanta dor quanto o homem?


Todo homem sabe como é dolorido levar um chute nas partes baixas. E as mulheres? Será que nelas um chute no mesmo lugar dói menos? “Qualquer traumatismo causa dor. O que acontece é que no sexo masculino a dor é mais intensa porque as glândulas – os testículos – são externas e sem proteção ”, diz José Jorge Serapião, diretor da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro.

Na mulher, uma pancada na vulva dói menos porque suas glândulas – os ovários – são internas, ficam na barriga. “Apesar disso, traumatismos na vulva podem ser graves , como qualquer outro ferimento”, diz o ginecologista. E hoje, as mulheres estão muito mais suscetíveis a lesões nas genitálias porque se expõem mais em esportes que antes não praticavam.

Onde as mulheres sentem mais dor é mesmo o peito. “Os seios femininos são cheios de vasos sanguíneos e as glândulas mamárias são muito sensíveis à dor”, diz Serapião. Uma tortura comum na Antiguidade era beliscar com um equipamento de metal os seios femininos.

A dor intensa, tanto para homens como mulheres, não existe por acaso. É fruto da seleção natural. Homens que sentem mais dor nos testículos têm mais chance de deixar descendentes, já que protegem mais a área, responsável justamente pela reprodução. E, nas mulheres, ocorre o mesmo, já que a dor faz com que elas protejam os seios contra lesões, o que é essencial para amamentar os filhos.

Fonte Revista Galileu

Posted in Mentiras, Mitos, Verdades at março 17th, 2010. 1 Comment.