Beba água: Necessidade de tomar muito líquido é mito, diz nefrologista

Quem não está praticando exercícios físicos não tem necessidade de fiscalizar a ingestão de água ou de estabelecer metas de consumo, diz o nefrologista Antonio Carlos Seguro, do Hospital das Clínicas de SP.

“Décadas atrás não tinha esse mito de tomar muita água. Mais água não fará o seu rim funcionar melhor. Ao contrário: é até perigoso se o órgão não estiver funcionando bem”, diz ele.

Pessoas que têm uma alimentação adequada não precisam se preocupar com o risco de desidratação. “Normalmente já ingerimos uns 2,2 litros de água por dia entre alimentos sólidos e líquidos.”

A perda de água acontece por meio de urina, fezes, suor e respiração. Quando o tempo está seco, como nas últimas semanas nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, há uma perda maior por meio da respiração, de acordo com o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Por isso, recomenda-se aumentar a ingestão do líquido nesse período.

A desidratação pode deixar a pele seca, causar taquicardia, reduzir a pressão arterial, dar dor de cabeça e tontura. Um sinal de alerta é a urina mais densa e amarelada, mesmo durante o dia, explica Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia.

[adrotate banner=”4″]PREVENÇÃO

Para a nutricionista Heloisa Guarita, é melhor prevenir e se hidratar “mesmo sem sede”: “Nosso corpo é composto por 70% de água. A pessoa que bebe pouco líquido tem a pele mais seca e o intestino também não funciona muito bem”.

De acordo com o nefrologista Seguro, a ingestão programada de água só é útil para pessoas com pedras nos rins ou que já tiveram infecção urinária. “Aí é interessante ingerir de dois a dois litros e meio por dia.”

Outra exceção, segundo Santos, é no caso da pessoa idosa. Nos mais velhos, o mecanismo da sede fica alterado. “É importante oferecer água para essas pessoas de tempos em tempos.”

Em relação às crianças, a preocupação maior é durante a prática de exercícios físicos em sequência. “Muitas fazem horas de atividade e não há um intervalo para o corpo se reidratar”, diz Flávia Meyer, pediatra, médica do esporte e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Ela não vê problemas no consumo de isotônicos por crianças “atletas”, desde que elas pratiquem pelo menos três horas de atividade física três vezes na semana.

O consumo de bebidas esportivas também é útil para crianças com diarreia, segundo o médico do esporte Luiz Oswaldo Rodrigues.

Posted in Medicina, Mitos at setembro 6th, 2012. No Comments.

Dá primeira carga nas baterias de íons de lítio de celular, notebook ou tablet é necessário? – Verdade ou mentira?

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Um estudo publicado em 2010 pela Battery University (em inglês) demonstra que as baterias de íons de lítio, as mais comuns atualmente, simplesmente param de carregar quando estão cheias. Isso é: para esse tipo de bateria, que está presente em praticamente todos os celulares, notebooks e demais equipamentos eletrônicos modernos, não faz diferença estar ou não conectada à rede elétrica quando a carga for 100%.

Esse estudo confronta uma situação conhecida dos compradores de equipamentos eletrônicos: a orientação dos vendedores para que a carga inicial da bateria seja mais longa do que as demais. Além disso, vai de encontro à idéia dos usuários de laptops que retiram a bateria do equipamento quando estão conectados à tomada.

Ainda de acordo com o estudo de 2010, o tempo de vida médio dos componentes é de três a cinco anos e o que mais desgasta as baterias é a exposição ao calor, sendo o pior cenário possível manter uma bateria 100% carregada sob altas temperaturas.

Fala consumidor

“Que eu saiba a primeira carga é de 12 horas, mas da última vez que eu comprei um notebook ninguém falou nada. O vendedor do primeiro computador não explicou o motivo, só disse que eu tinha que dar a carga inicial de 12 horas”, diz Daniel Gomes, 25, analista administrativo.

A estudante Lorena Farias, 23, também recebeu uma orientação específica, seguida até hoje nos seus equipamentos: “sempre deixei oito horas carregando. Pior é que alguns vendedores me fizeram essa recomendação”.

Recomendação semelhante também foi dada ao estudante Victor Carvalho, 22. “Tanto na compra do celular quanto do notebook o vendedor me orientou a dar uma carga inicial de oito horas”, afirma.

Nos três casos, a orientação do vendedor foi equivocada.

Posted in Bateria, Mentira, Mentiras, Mitos, Tecnologia at junho 8th, 2012. No Comments.

Obesidade infantil – Verdades e mentiras!!!

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É comum que os pais tenham dúvidas sobre como agir para estimular que os filhos desenvolvam hábitos saudáveis. Muitas vezes, o apego à sabedoria popular é grande e tomar algumas decisões sem ter a confirmação de um especialista pode custar caro. Para esclarecer incertezas sobre obesidade infantil, a endocrinologista Cintia Cercato, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, responde o que é mito e o que é verdade sobre o tema. Confira:

“Sou obeso. Meu filho tem mais chances de também ser”

Verdade. Se um dos pais é obeso a criança tem 40% de chance de desenvolver o problema. Se os dois pais, a probabilidade cresce para 80%.

“Bebê saudável é bebê gordinho”

Mito. Os problemas do excesso de peso são uma realidade em qualquer idade. Estudos mostram que placas de gordura se formam nas artérias desde a infância.

“Toda criança obesa será um adulto obeso”

Mito. Há muita probabilidade, mas esse risco aumenta em idades maiores. Crianças menores, se tiverem os hábitos modificados desde cedo, podem evitar que o problema se estenda até a vida adulta.

“Emagrecer é apenas uma questão de força de vontade”

Mito. A fisiopatologia da obesidade é complexa e envolve vários fatores como a genética. Em casos extremo,s pode ser necessário tratamento com medicamentos.

“Toda criança obesa ingere grandes quantidades de comida”

Mito. Mas ingere mais do que ela precisa. Existem pessoas com metabolismo lento ou maior facilidade de estocar gordura.

“Para meu filho emagrecer, preciso cortar os carboidratos e doces da alimentação”

Mito. As crianças podem emagrecer comendo de tudo, mas é preciso ter um padrão alimentar saudável e guloseimas podem ser consumidas eventualmente com moderação.

“Jogos eletrônicos, como wii, ajudam a queimar calorias”

Verdade. Wii não é a mesma coisa que praticar esporte, mas certamente é bem melhor do que o sedentarismo da criança na frente de TV, computadores e outros jogos eletrônicos.

“O ganho de gordura de uma criança até os 4 anos de idade tende a determina se ela será um adulto obeso”

Verdade. Nesta fase, ocorre aumento do número de células de gordura, mas se os hábitos forem modificados precocemente pode-se evitar a obesidade na idade adulta.

“Criança não pode fazer musculação”

Verdade. Idealmente, a musculação deve ser indicada após os 15 anos de idade, quando o ganho de altura está completo.

“Criança não pode fazer dieta”

Mito. Criança pode fazer dieta, mas não precisa ser uma dieta chata em que não se pode comer nada. O certo é ensinar a comer de tudo com moderação. Na minha opinião, a melhor dieta para crianças e adolescentes é a dos pontos.

 

Posted in Doenças, Mentiras, Mitos, Obesidade Infantil, Verdades at junho 8th, 2012. No Comments.

Mito ou verdade: Clima frio te deixa gripado ou resfriado?

[adrotate banner=”2″]Sua mãe manda você ficar bem agasalhado nos dias frios para não pegar gripe? Ouvimos essa história desde crianças, mas a verdade é que pegar frio não causa resfriado. Não estamos dizendo para você andar com pouca roupa nos dias de inverno, afinal, é legal estar quentinho e aquecido. Mas a relação entre a temperatura do ambiente e gripe não existe. É mais um daqueles mitos que, de tão propagados, é difícil acreditar que não são verdade.

O que acontece é que, em dias gelados, as pessoas costumam passar mais tempo em ambientes fechados – seja em casa, escola, trabalho ou ambientes de encontros coletivos. Assim, fica mais fácil para as pessoas doentes transmitirem o vírus para as outras que estão próximas. A contaminação acontece através de gotículas expelidas pelas vias aéreas, que podem se fixar em objetos. O mito também pode ser explicado pelo fato de que alguns tipos de vírus da gripe se multiplicam mais facilmente no frio.

E aí, será que sua mãe vai acreditar nos cientistas?

Posted in Medicina, Mentira, Mentiras, Mitos at maio 28th, 2012. 1 Comment.

Verdade ou mentira? Cerveja dá barriga?

Um estudo feito por uma equipe de cientistas da Alemanha concluiu que a cerveja não é a responsável pela barriga nos homens. Ela apenas contribui para o aumento de peso.

Durante a pesquisa, os cientistas analisaram o peso, a medida do quadril e da cintura de quase 20 mil pessoas durante quatro anos. Além disso, os participantes relataram detalhes sobre a quantidade de bebida consumida por dia.

Então, o grupo percebeu que tanto consumidores de cerveja quanto os que não bebiam ganharam barriga. A partir disso, os pesquisadores concluíram que a barriga de cerveja é um mito.

Logo, o consumo de cerveja interfere apenas no aumento de gordura corporal total, contaram os cientistas ao Jornal Europeu de Nutrição Clínica. Portanto, consumidores de cerveja realmente ganham peso, mas não necessariamente na região da cintura. Por sua vez, as mulheres analisadas ganharam mais massa gordurosa nos quadris do que na região da barriga.

Além disso, a equipe descobriu que homens e mulheres tem uma percepção diferente do consumo de cerveja. Para as mulheres, consumo moderado significa ingerir 250 ml de cerveja por dia, enquanto os homens consideram de 500 a 1000 ml por dia uma quantidade média.

A pesquisa foi feita por cientistas da Fulda University of Applied Sciences, da University of Gothenburg, do Institute of Human Nutrition Potsdam-Rehbrücke e publicada no jornal britânico Daily Mail.

Posted in Mentira, Mitos at abril 5th, 2012. No Comments.

Dentes – Mitos e verdades sobre o tratamento de canal

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Quando o assunto é tratamento odontológico quase sempre a reação provocada é medo. Esse receio já faz parte da história da odontologia e não é diferente quando o problema é tratamento de canal. Tecnicamente nomeada de Endodontia, a especialidade é uma das mais procuradas na atualidade. O tratamento de canal é necessário quando a polpa dentária é atingida e geralmente acontece quando existe processo avançado de cárie. Problemas dentários repetidos, trincas e fraturas também podem ocasionar danos à polpa dentária. O procedimento consiste na remoção da polpa, composta por nervos e vasos presentes no interior do dente, e sua substituição por uma pasta obturadora compatível, em dentes de leite, e por cones de um material chamado guta percha (semelhante à borracha) em dentes permanentes.

O método pode salvar muitos dentes que no passado eram condenados à extração. “Esse procedimento pode ser rápido, principalmente se o dente não estiver infectado, ou seja, sem a presença de bactérias no local. Já quando existe pus, hemorragia ou tumefação, os tratamentos podem durar duas ou mais consultas”, explica o Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos, especialista em Endodontia da Odontoclinic.


A cárie dentária é a principal causa do problema, que nos casos agudos provoca dor incessante, mesmo com o uso de analgésicos.

Principais sintomas

Diversos são os sinais que podem indicar a presença de problemas endodônticos. Esses indícios geralmente são acompanhados de dor persistente, que pode ser espontânea ou ocasionada por estímulos (como, por exemplo, ao beber água gelada). Essa dor geralmente não cessa nem com o uso de analgésicos. Dificuldade de mastigação e sensação de aumento da pressão dentro do dente também são sintomas comuns. No entanto, casos em que a pessoa convive com o problema sem nenhum sintoma aparente também existem, sendo necessária a realização de radiografias para detectar o problema.

A ausência de tratamento pode levar a dores no local, inchaços, abscessos, problemas sistêmicos e até a perda do dente. “Muitas são as justificativas que impedem as pessoas de procurar o tratamento adequado. O medo de sentir dor faz com que a pessoa opte pela extração do que por tratar o canal em dentes que poderiam facilmente ser salvos. É uma pena”, completa o especialista da Odontoclinic.

Tratamento – Com o uso de anestesia o tratamento de canal é, na maioria dos casos, indolor. Pode haver certo desconforto, o que é normal em um tratamento endodontico, pela neces

sidade de manter a boca aberta por um longo período de tempo. É feito em várias etapas, dependendo do caso. Primeiramente, é realizada a abertura no dente e, em seguida, é feita a remoção da polpa inflamada (pulpectomia). O espaço pulpar e os canais são esvaziados, alargados e limados, em preparação para o seu preenchimento com cones biocompativeis chamado de guta-percha. “Em caso de dentes infeccionados é realizado um procedimento chamado de penetração desinfectante, onde visa eliminar os microorganismos, dentro do canal com uso de hipoclorito de sódio, sendo em seguida realizado o alargamento e a limagem dos canais. Nos casos em que se faz necessária mais do que uma visita, é colocada uma restauração temporária na abertura da coroa, a fim de proteger o dente no intervalo das visitas”, explica Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos.

O passo seguinte é o preenchimento permanente da cavidade da polpa e canal. Um material em forma de cone (flexível) é inserido em cada um dos canais e geralmente selado em posição com um cimento apropriado. Em alguns casos um pino de fibra de vidro ou metal é colocado no canal para se conseguir maior resistência. Somente são colocados pinos metalicos ou de fibra de vidro, se ha necessidade ou indicação de realizar protese sobre o elemento. A etapa final consiste na colocação de uma coroa sobre o dente para lhe conferir uma aparência natural.

Como evitar – De acordo com o especialista, o principal fator que leva ao tratamento de canal é a presença de processos avançados de cáries. Por isso a importância de uma boa assepsia bucal. “Por natureza, a boca humana abriga cerca de 560 espécies de microorganismos, mas com uma boa higiene eles não chegam a incomodar. Já a má escovação faz com que esses microorganismos se multipliquem causando cáries e placa dentária”, ressalta o especialista. É fundamental a escovação dos dentes três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remoção da placa bacteriana. Esse cuidado, além de evitar cáries também evita outros problemas como a gengivite. Usar fio dental diariamente também é importante para remover a placa bacteriana que se instala entre os dentes e sob a gengiva. Quando a placa não é retirada ela endurece e dá origem ao tártaro, ou cálculo dental, este só pode ser removido pelo dentista.

O especialista em Endodontia da Odontoclinic, Dr. Thiago Vitelli Vasco dos Santos, destaca abaixo alguns mitos e esclarece verdades sobre tratamentos de canal:

Mito: Tratamento de canal enfraquece os dentes.

Verdade: O dente que foi submetido ao tratamento de canal é considerado desvitalizado, o paciente nunca mais deve sentir dor ou sensibilidade ao quente e frio neste elemento.

Verdade: O tratamento de canal consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneos. No entanto, externamente, o dente é envolvido pelos ligamentos periodontais, um ligamento vivo que permite que o dente continue a executar suas funções sem nenhuma perda ou dano.

Verdade: O dente que necessita de um tratamento de canal se encontra enfraquecido pela perda da estrutura dental, causada, geralmente, pela cárie profunda.

Mito: Para o tratamento de canal são necessários muitos dias.

Verdade: O tratamento de canal pode ser realizado em poucas consultas, principalmente se o dente não estiver infectado, ou seja, sem a presença de bactérias no local. Quando existe presença de pus, hemorragia ou tumefação, os tratamentos exigem maior número de consultas.

Sobre a Odontoclinic – Fundada em 1997, a Odontoclinic é a maior rede de franquias de odontologia em atuação no País. Em 2002, adotou o sistema de franchising – atualmente conta com 140 franquias e quatro unidades próprias. A projeção é de totalizar 500 clínicas em todo o Brasil até 2016. A companhia conta com todos os tipos de tratamentos na área da Odontologia, como Ortodontia, Clínica Geral, Endodontia, Periodontia, Cirurgia Oral Menor, Odontopediatria, Prótese e Implante.

Posted in Mentira, Mentiras, Mitos, Verdade, Verdades at março 21st, 2012. 45 Comments.

Raça de cão agressivo? – “Agressividade natural” de pit bulls é mito

Para muitos um intolerável cão, com fama de agressor. Títulos tão pejorativos à raça são responsáveis pelo preconceito e discriminação que estes cães sofrem. Afinal, será que o pit bull é agressivo?

A origem da raça pit bull remonta ao século XIX. Do ponto de vista técnico, a raça pois possui um temperamento amigável. Apesar disso, a mordida de um pit bull é potente devido a forte musculatura que envolve sua mandíbula. Além disso, sua boca abre de uma orelha a outra permitindo um perfeito encaixe dos dentes, fazendo com que ele morda sem soltar a sua presa.

Um tutor de qualquer cão deverá ter em mente a ‘guarda responsável’, não deixando o animal preso por longos períodos ou o confinando em pequenos espaços. Além disso, a fome e a sede geram desvios comportamentais, caracterizando maus-tratos e acabando por tornar o cão agressivo.

Desde filhote, o cão tem que ser tratado com carinho. Esse carinho vai desde o aspecto do bem-estar até a forma de como se aproximamos e convivemos com ele. Qualquer cão pode se tornar agressivo e, muitas as vezes, o verdadeiro cúmplice da conduta de um cão é o seu tutor. Geralmente, esse comportamento é intencionado pela criação. Um cão com medo, decorrente de fatores traumáticos, poderá avançar em alguém que se aproxime dele. Claro que o ataque de um cachorro pequeno é menos prejudicial comparado com um ataque de um cachorro grande.
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Posted in Animais, Cão Pit Bull, Mentiras, Mitos at março 7th, 2012. 2 Comments.

Mito – Devemos beber no mínimo dois litros de água por dia

[adrotate banner=”2″]Uma das clássicas receitas para a boa saúde é manter a hidratação, bebendo no mínimo dois litros de água por dia.

Não existe, no entanto, nenhuma evidência médica de que precisemos de uma dose tão alta assim.

O necessário são dois litros de fluído, mas nessa conta também entram quaisquer outras bebidas, além de frutas e verduras, o que diminui a exigência de água.

Posted in Mentira, Mitos at fevereiro 6th, 2012. No Comments.

Raspando os pelos com barbeador faz crescer mais rápido, duros e crespos?

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Já em 1928, um estudo resolveu fazer a comparação entre pelos raspados frequentemente e pelos deixados por fazer, e descobriu que não existe diferença nenhuma.

O que dá essa impressão é o fato de que as frequentes raspagens vão paulatinamente desgastando apenas as pontas da barba.

Quem não deixa crescer muito e só costuma ver a ponta da barba acaba achando que ela está crescendo mais grossa.

Posted in Mentira, Mitos at janeiro 31st, 2012. No Comments.

Mito: Frituras não levam a problemas no coração, contanto que você use azeite de oliva ou óleo de girassol

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Você não precisa mais parar de comer as batatas fritas que tanto ama. Segundo uma nova pesquisa, a ingestão regular de alimentos fritos não provoca ataques cardíacos, contanto que você use azeite de oliva ou óleo de girassol para fritá-los.

Ou seja, os cientistas disseram que o tipo de óleo usado, e se ele foi ou não utilizado antes, realmente importa.

Os pesquisadores espanhóis acompanharam mais de 40.000 pessoas, dois terços dos quais eram mulheres, a partir de meados dos anos 1990 a 2004.

Os participantes contaram quantas vezes comiam alimentos fritos, seja em casa ou fora de casa. Em seguida, os pesquisadores verificaram se a ingestão de alimentos fritos regularmente aumentou a probabilidade de algum participante ter doença cardíaca, como um ataque cardíaco ou angina que requeira cirurgia.

O estudo não encontrou nenhuma associação entre a frequência de consumo de alimentos fritos na Espanha – onde óleos de oliva e de girassol são principalmente usados nas frituras – e a incidência de doença cardíaca grave.

No entanto, a Fundação Britânica do Coração alertou os britânicos para não recorrer a frigideira tão rápido, pois a dieta mediterrânica como um todo ainda é mais saudável que a do Reino Unido.

Os pesquisadores dividiram os participantes do estudo em quatro grupos, de menor ingestão de alimentos fritos a maior, e não encontraram nenhuma diferença significativa no risco de doença cardíaca.

No total, houve 606 incidentes relacionados a doenças do coração, mas eles foram divididos de modo relativamente uniforme entre os quatro grupos.

Os autores concluíram que, em um país mediterrâneo, onde o azeite e o óleo de girassol são as gorduras mais comumente usadas para fritar, e onde grandes quantidades de alimentos fritos são consumidas tanto fora como dentro de casa, não foi observada associação entre o consumo de frituras e os riscos de doença cardíaca coronária ou morte.

Sim, no seu conjunto, o mito de que alimentos fritos são geralmente ruins para o coração não é suportado por evidências científicas. No entanto, isso não significa que refeições frequentes de frituras não terão consequências para a saúde.

Alimentos fritos contêm mais calorias, o que também é ligado à pressão alta e obesidade. Os autores do estudo espanhol observam que os resultados só poderiam realmente ser extrapolados para outros países mediterrâneos com dietas semelhantes, cujo povo tende a fritar com azeite e óleo de girassol “frescos”.

Frituras do estilo norte-americano (fast-foods e comidas pra entrega) são diferentes, porque tendem a ser fritas em óleos reutilizados, com mais gordura trans, além de ter muito mais sal, que aumenta a pressão arterial e o risco de doença cardíaca.

A dieta nos outros lugares do mundo é diferente da da Espanha, por isso não podemos dizer que o resultado seria o mesmo para nós também.

A recomendação dos pesquisadores é trocar gorduras saturadas, como manteiga, banha ou óleo de palma por gorduras insaturadas, como forma de manter seu colesterol baixo.

Mas, independentemente dos métodos de fritura utilizados, consumir alimentos com alto teor de gordura significa um elevado teor calórico, que pode levar a ganho de peso e obesidade, fatores de risco para doenças cardíacas.

Uma dieta bem equilibrada, com bastante frutas e vegetais e apenas uma pequena quantidade de alimentos ricos em gordura é melhor para um coração saudável.

Posted in Medicina, Mentira, Mitos at janeiro 25th, 2012. 1 Comment.