Previdência privada – Dez mitos e verdade sobre aposentadoria

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A previdência privada é um recurso que garante uma renda complementar, permitindo que o beneficiário mantenha seu padrão de vida e a tranquilidade durante a aposentadoria. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas e cultivam diversos mitos sobre esta opção. Para esclarecer alguns pontos, Flavio Sahib, diretor de distribuição em canais bancários da MetLife, aponta dez mitos e verdades sobre a previdência privada. Confira.

01. No plano de previdência, você define quanto e quando quer receber a sua renda.

Verdade! Trata-se do período de concessão do benefício. Quando for atingida a idade de saída escolhida, a reserva acumulada transforma-se efetivamente em renda. É possível optar, ainda, pela melhor forma de recebê-la, como benefícios, rendas vitalícias ou temporárias.

02. A previdência privada é uma forma de investimento contratado para garantir uma renda ao comprador ou seu beneficiário.

Verdade! A maior parte das pessoas enxerga a previdência como forma de investimento apenas, e não como “seguro”. As seguradoras cuidam dos setores que auxiliam o bem-estar da pessoa física, seja diretamente ou indiretamente, como no caso dos planos de Previdência Privada, que o auxiliarão na aposentadoria.

03. Além da aposentadoria, é possível ter outros benefícios.

Verdade! O participante ou segurado pode ter a sua disposição outros benefícios durante o período de acumulação, que o protegem contra morte ou invalidez.

04. Quem é jovem não deve se preocupar, pois ainda tem muito tempo para pensar em aposentadoria. E quem é mais velho já não tem mais tempo para adquirir um plano.

Mito! Para os jovens, começar o quanto antes permite que, com uma pequena parcela mensal, seja possível acumular uma boa quantia na aposentadoria. Já uma pessoa com 45 anos de idade, por exemplo, ainda tem outros 10 ou 15 anos até se aposentar. Estamos vivendo mais, portanto, mesmo que um pouco mais tarde, ainda há tempo para contratar um plano de previdência e garantir uma aposentadoria mais tranquila.

05. As alíquotas de Imposto de Renda diminuem à medida que o tempo passa.

Depende! Para o sistema regressivo sim. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, menos imposto se paga. Já para o sistema progressivo não, porque o IR é constante. O investidor paga o imposto de renda no resgate, seguindo a mesma tabela que tributa os salários.

06. Fundos de previdência são aplicações de longo prazo.

Verdade! Resgatar o investimento com pouco tempo não é bom negócio, pois a alíquota de IR pode ser mais alta do que a de outros fundos de investimento de longo prazo.

07. Caso a instituição escolhida quebre, o beneficiário perde tudo.

Verdade! Com a Lei Complementar 109, a previdência privada passou a contar com grande segurança jurídica, uma vez que as regras que regulamentam o setor ficaram extremamente rígidas para as empresas que comercializam o serviço. Por isso, é sempre importante pesquisar e procurar uma empresa com solidez financeira.

08. A portabilidade permite que o participante ou segurado migre para outra entidade.

Verdade! Na fase de acumulação, a lei permite que o participante ou segurado migre a reserva para outra instituição de previdência privada, sem a necessidade de pagar por custos adicionais. Durante a fase de aposentadoria não são permitidas transferências de reservas.

09. É preciso muita disponibilidade financeira para adquirir um plano de previdência privada.

Mito! Atualmente, existem planos no mercado que permitem contribuições a partir de R$ 30 por mês. Outros, depois de abertos, podem receber aplicações a qualquer momento, para aproveitar uma sobra de recursos do aplicador.

10. O Plano de Previdência é indicado somente para alguns perfis de renda e classe social.

Mito! O benefício máximo pago pela previdência social é de R$ 3.689,66, os planos de previdência privada são recomendados para quem tem salário superior a esse valor. No entanto, o investimento, que pode ser iniciado desde cedo e agora com valores cada vez mais populares, é uma forma de garantir a renda complementar garantindo mais tranquilidade e estabilidade durante sua aposentadoria.

Posted in Padão at dezembro 10th, 2012. No Comments.

Check-ups previnem doenças? Mito ou realidade

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Um estudo dinamarquês descobriu que check-ups médicos anuais não ajudam a prevenir doenças ou identificá-las precocemente para melhorar as chances de tratamento. Na verdade, podem simplesmente causar estresse extra.

O estudo do Centro Nórdico Cochrane, em Copenhague, na Dinamarca, se baseou na análise de 14 pesquisas de longo prazo (com acompanhamento médio de nove anos) envolvendo 182.880 pessoas (incluindo 11.940 mortes), dentre as quais algumas fizeram exames de saúde gerais regularmente e outras não.

Conclusão: nove dos estudos não encontrou diferenças no número de mortes durante o período de estudo entre os grupos, incluindo mortes por doenças cardíacas ou câncer, duas das condições mais comumente avaliadas durante esses exames gerais.

No geral, a análise não encontrou nenhuma diferença em internações hospitalares, encaminhamentos especializados, visitas adicionais ao médico, licenças de saúde, etc, entre os grupos. Isso sugere que as pessoas que fizeram exames médicos anuais não tiveram uma melhor taxa de diagnóstico de doenças, que é o que se esperaria.

No máximo, um dos estudos encontrou um aumento de 20% nos diagnósticos entre aqueles que fizeram exames de saúde mais frequentes.

Alguns outros estudos registraram um aumento no número de participantes que tomavam medicamentos para hipertensão, por exemplo (que é um fator que influencia doenças cardíacas), mas o uso desses medicamentos não se traduziu em melhores resultados de saúde.

“A partir dessas evidências, concluímos que convidar os pacientes a fazer exames de saúde gerais é provavelmente pouco benéfico”, disse o pesquisador Lasse Krogsbøll.

Os resultados não significam que a prevenção é inútil, só que a oferta de exames para a população geral de adultos não parece acrescentar benefícios. Além disso, potenciais malefícios são o sobrediagnóstico (diagnóstico e tratamento sem benefício de sobrevivência) e a transformação de pessoas saudáveis em pacientes, o que pode afetar a forma como eles se veem.

Paradoxo

Historicamente, exames gerais incluem exame físico, exame de sangue e às vezes cardiogramas. Fazer check-ups regulares deveria ajudar as pessoas a descobrir doenças em seu estágio inicial, melhorando sua expectativa de vida.
Aparentemente, isso não acontece. Por quê?

Em um exemplo clássico, muitos estudos já mostraram que mamografias regulares podem não ser benéficas. Muitas vezes os números de falsos positivos são significativos e, no final, ao invés de detectar câncer de mama, os exames só causam tensão física e emocional. Tanto que médicos e grupos de saúde chegam a recomendar que as mulheres esperem até a idade de 50 (não 40) para fazer mamografias anuais.

Essa recomendação não serve para aconselhar médicos a interromperem exames se eles acreditam que um paciente tem um problema de saúde, mas sim que check-ups sistemáticos podem não fazer sentido.

Exames específicos, não gerais

Segundo cientistas, é muito melhor que o médico passe mais tempo com o paciente, descobrindo seu estilo de vida, histórico familiar, condições de saúde, para pedir exames específicos para doenças que os pacientes podem estar em verdadeiro risco.

Inicialmente, isso pode exigir um investimento maior de recursos, mas, no futuro, pode significar menos gastos (já que exames regulares também custam muito aos bolsos de órgãos públicos e privados de saúde, e muitas vezes se mostram desnecessários).

Outro problema é que as pessoas com tendência a se submeter a exames regulares de saúde já são mais propensas a cuidarem da sua saúde, então não são as que se beneficiariam mais de exames anuais.

Especialistas sugerem que os profissionais de saúde devem se concentrar em ver o paciente mais vezes e pedir testes direcionados para fatores de risco específicos de acordo com sua idade, sexo, histórico, etc. [CBC, BBC, CNN]

Posted in Padão at outubro 22nd, 2012. No Comments.

Escova de dente, maçanetas de banheiros públicos, mesas, dinheiro, travesseiros: eles contém germes e bactérias, fazem parte da nossa rotina, mas não oferecem risco a saúde

Se você é daqueles que morrem de medo que alguma bactéria mortal presente na sua escova de dente ou enterrada no seu travesseiro possa fazer algum mal à sua saúde, pare de se preocupar tanto! O pessoal da Fitness Magazine decidiu investigar inúmeros mitos que circulam por aí sobre a contaminação de germes e bactérias, descobrindo que bemObjetos poucos desses bichinhos chegarão a fazer qualquer mal a você. Confira:

Escova de dente

Você já deve ter ouvido falar sobre as bactérias ninja que “voam” do vaso sanitário até a sua escova de dente toda vez que você dá descarga, não é mesmo? Na verdade, essa transferência de microrganismos realmente ocorre — eca! —, mas não chega a ser algo tão perigoso quanto você imagina.

Toda vez que damos descarga, gotículas de água espalham germes e bactérias por todo o banheiro, mas, para que esses organismos possam se proliferar, eles precisam de água. Portanto, assim que a escova de dente estiver seca — ou qualquer outra superfície do banheiro —, a maioria dos bichinhos acaba morrendo. E, para evitar qualquer risco, escove os dentes antes de usar o banheiro, mantenha a escova guardada ou lave-a antes de usar.

Maçanetas de banheiros públicos

Segundo os especialistas, as maçanetas dos banheiros públicos são as superfícies que apresentam o menor número de microrganismos, pois, acredite se quiser, de acordo com os testes, 68% das pessoas que usam esses locais lavam as mãos antes de sair dos banheiros. Além disso, as maçanetas costumam estar sempre secas, dificultando a proliferação desses bichinhos.

Mesas de trabalho

Não é nenhuma novidade que as nossas mesas de trabalho — principalmente as dos meninos — são verdadeiros antros de microrganismos. Tanto que, em média, é comum encontrar uma quantidade 400 vezes maior de germes e bactérias nesses locais do que nos vasos sanitários.

Contudo, embora algumas doenças — como a gripe, por exemplo — possam ser transmitidas através de superfícies e objetos de escritório contaminados, a maioria dos “inquilinos” que vivem nas nossas mesas são completamente inofensivos, podendo ser mantidos sobre controle através da higienização regular com produtos desinfetantes.

Dinheiro

Embora existam tantos boatos relacionados à contaminação através do dinheiro quanto existem cédulas e moedas circulando por aí, a verdade é que nenhum desses populares bens oferece um ambiente propício para a proliferação de microrganismos.

As cédulas, por serem feitas de papel e normalmente estarem sempre secas, dificultam as chances de que os bichinhos se multipliquem em níveis que possam ser prejudiciais, enquanto as moedas, por serem feitas com material metálico, contam com elemento antibacteriano em sua composição.

Travesseiros

Se você dorme com o mesmo travesseiro há anos, é bem provável que você compartilhe o seu sono com pilhas de germes e bactérias, acumulados depois de tanto tempo de uso. Mas isso não é nenhum motivo para você perder o sono.

Segundo os pesquisadores, é mais provável que o travesseiro velho deixe você com um belo torcicolo do que o infecte com alguma doença. Entretanto, por questões de higiene e para evitar alergias, é recomendado lavar as fronhas semanalmente, e os travesseiros — a maioria é lavável — podem ir para a máquina regularmente também.

De qualquer forma, para evitar maiores problemas e possíveis contaminações, existe uma ação muito simples que, caso ainda não seja um hábito, você deve tratar que se torne um: lavar as mãos com água e sabão regularmente. Fácil, não é mesmo?

Posted in Padão at setembro 26th, 2012. No Comments.

Alimentos enlatados – Mitos – Não causam botulismo, são saudáveis, seguros e podem ser consumidos

Todos conhecem mitos sobre os mais diversos assuntos, pois é inerente ao ser humano difundir estas histórias, muitas vezes fruto de crenças populares. Com a alimentação não é diferente. Por isso a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) desmistifica os principais mitos que envolvem os alimentos enlatados. Provavelmente você já ouviu que alimentos em lata causam botulismo, mentira. O bolutilismo nada tem a ver com a embalagem. É uma forma de intoxicação alimentar rara mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminadose mal conservados. “A causa desse tipo de intoxicação está diremente relacionada ao processamento do alimento e como principal causador temos as conservas caseiras”, afirma Thaís Fagury, engenheira de alimentos e gerente executiva da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço). É importante ressaltar que as conservas artesanais nunca são embaladas em lata de aço, pois o aço requer processo industrial sofisticado.

[adrotate banner=”2″]E quanto ao risco que dos enlatados para a saúde?

Outro mito. Os alimentos envasados em latas de aço não só são saudáveis como, em alguns casos, têm mais valor nutricional que seu equivalente in natura. A lata preserva naturalmente todas as propriedades dos alimentos, sem necessidade de conservantes ou aditivos químicos. O sabor, as vitaminas, os nutrientes, as proteínas e tudo que existe de saudável são mantidos e o alimento continua fresquinho e saboroso. Além disso, seu processo de fabricação destrói os micro-organismos e elimina em 99% os resíduos de pesticidas. E se você quiser ainda mais para saúde, aproveite todo o líquido da latinha, pois ele guarda grande parte dos nutrientes dos alimentos. Outra dúvida recorrente é se a lata de aço realmente protege os produtos. A latinha de aço impede o contato dos alimentos com a luz e o oxigênio que deterioram algumas propriedades dos alimentos, acelerando reações químicas e alterando, por exemplo, sua cor e consistência. “Por isso, embalagens transparentes podem necessitar da adição de conservantes químicos, o que não acontece com os enlatados, que ficam totalmente protegidos”, explica Thais. Mesmo se a lata estiver amassada não há problema algum em consumir o alimento, pois as embalagens são revestidas por uma película protetora que resiste a deformações. Porém não devemos consumir latas perfuradas ou estufadas.

Posted in Padão at setembro 17th, 2012. No Comments.

Raí e Zeca Camargo, novo casal do momento?

[adrotate banner=”2″]Zeca Camargo e Raí estão juntos? Casal gay? Como assim? Pois é a Rede TV divulgou no último domingo (22 de julho) que os dois estariam juntos a algum tempo. A notícia foi baseada em rumores que falam que o apresentador Zeca Camargo do programa Fantástico da Rede Globo e o ex-jogador de futebol Raí estão envolvidos romanticamente.

Quem exibiu a manchete bombástica foi o programa Saturday Night Live da Rede TV. O programa usou o apresentador do Fantástico como alvo de chacota, pois criou um personagem chamado Zeca Chuteira e ainda fez um número musical, com versos de duplo sentido, para ilustrar uma sátira dos dois juntos.

Além disso, falou insinuou a homossexualidade de outras celebridades que segundo eles se dizem heterossexuais, apresentadores e atores de Televisão, como Reinaldo Gianechinni, Ney Latorraca, Jorginho, Nanini, Pedro Bial e Miguel Falabella.

Tudo indica que esse quadro desrespeitoso foi mais uma tentativa para ganhar audiência, pois desde sua estreia o Saturday Night Live apresentado por Rafael Bastos, não ultrapassa 1 ponto de audiência e não é tem muita repercussão.

Isso pode ajudar na audiência, mas acabará deixando o programa em maus lençóis. Quanto aos alvos dos comentários, Raí sempre demonstrou talento em campo, ganhando maior destaque ao se juntar ao São Paulo Futebol Clube em 1987, fazendo história, tanto que em 1992 foi eleito o melhor jogador do mundo ao participar do Mundial Interclubes no Japão.

Raí se aposentou no ano de 2000, e hoje dirige uma entidade filantrópica de ajuda às crianças, a Fundação Gol de Letra, e também junto com outros atletas em 2006 criou a organização Atletas pela Cidadania, que se dedica a defender causas sociais.

Quanto à sua vida pessoal o jogador mantém longe da mídia, o que se sabe é que ele separou-se da esposa em 1998, após 15 anos de casamento. Zeca iniciou sua carreira de jornalista como repórter no mundo da música em 1987, passando pela MTV Brasil onde apresentava o programa MTV no Ar, também foi para a TV Cultura onde apresentou o programa Franzine em 1994, e finalmente em 1996 foi convidado pela Rede Globo para apresentar quadros no programa Fantástico, entre eles Altos Papos, Aqui se Fala Português e a Fantástica Volta ao Mundo.

Ele também foi um dos criadores e apresentador do reality show No Limite e atualmente apresenta o programa Fantástico. Zeca Camargo também não fala de sua vida pessoal, mas ao contrário de Raí, ele já é alvo de comentários humorísticos e especulações sobre sua sexualidade.

Não há provas que os dois estejam juntos, pois nenhum dos dois assumiu um relacionamento, nem foram fotografados juntos em uma cena romântica. Mas há rumores de que os dois estão morando juntos, mas são apenas rumores.

Posted in Padão at julho 26th, 2012. 1 Comment.

HD – Desfragmentar o disco rígido pode causar problema? diminui a vida útil do hard disk – Verdade ou mentira

Com muito tempo de uso, alguns sistemas de arquivos costumam ficar fragmentados, ou seja, blocos de informações que deveriam estar próximos uns dos outros estão, na realidade, espalhados pelo disco rígido. Dessa forma, algumas operações exigem que o HD trabalhe muito mais, favorecendo não apenas o desgaste das peças mecânicas do disco como também tornando mais demoradas as operações de leitura e escrita de dados.

Para resolver esse problema, há ferramentas especializadas e até mesmo fornecidas gratuitamente junto com o sistema operacional, como é o caso do programa Defrag, do Windows. Elas são responsáveis por reorganizar esses dados, com o propósito de dar menos trabalho para o HD. Esse processo é chamado de desfragmentação.

Em teoria, reorganizar esses blocos de dados ajuda a agilizar o acesso aos arquivos: por estarem todos mais próximos e organizados, não é necessário tanto movimento mecânico da cabeça de leitura do HD. Porém, muita gente acha que desfragmentar demais um disco pode fazê-lo “pifar” mais rapidamente.

[adrotate banner=”2″]Desfragmentar causa desgaste?

É possível argumentar que, como o processo de desfragmentação causa muita atividade mecânica do disco, ele também acaba, consequentemente, diminuindo o tempo de vida do componente, já que provocaria mais desgastes. Porém, não há nada que possa comprovar essa teoria.

Para começar, o desgaste provocado pela ação de desfragmentação parece ser compensado pela economia de movimento que a cabeça de leitura fará nos próximos dias, já que os dados são reorganizados. Mas é claro que não há nada que comprove isso de fato, pois essa é uma atividade muito difícil de ser medida e, pelo visto, não muito relevante para a indústria.

Porém, há um estudo de caso muito interessante apresentado por funcionários da Google em uma conferência sobre tecnologias de arquivos e armazenamento que pode ajudar a trazer alguma espécie de iluminação científica sobre o assunto.

Relação entre falhas e nível de utilização

Como a Google trabalha com uma enorme quantidade de dados, fica fácil deduzir que a empresa possui muita experiência no gerenciamento de discos rígidos. Em um estudo apresentado por Eduardo Pinheiro, Wolf-Dietrich Weber e Luiz André Barroso, funcionários da empresa, mais de cem mil HDs foram analisados, na tentativa de encontrar em um padrão que tenha levado esses equipamentos à falha.

O resultado? Bem, digamos que é um pouco decepcionante: “Nossos dados indicam que há uma relação muito mais fraca entre níveis de utilização e falhas do que estudos anteriores atestavam”. Em suma, não há nada que comprove, de fato, esse impacto negativo pelo uso exaustivo do equipamento.

De acordo com o paper apresentado pelo grupo, apenas HDs muito novos ou muito velhos costumam apresentar problemas. É como se, no reino dos discos rígidos, valesse a lei do mais forte. Se o drive sobreviver aos primeiros anos de sua “infância”, é provável que terá muito tempo de vida pela frente.

Conclusão: use o defrag sem medo

Porém, há um estudo de caso muito interessante apresentado por funcionários da Google em uma conferência sobre tecnologias de arquivos e armazenamento que pode ajudar a trazer alguma espécie de iluminação científica sobre o assunto.

Relação entre falhas e nível de utilização

Como a Google trabalha com uma enorme quantidade de dados, fica fácil deduzir que a empresa possui muita experiência no gerenciamento de discos rígidos. Em um estudo apresentado por Eduardo Pinheiro, Wolf-Dietrich Weber e Luiz André Barroso, funcionários da empresa, mais de cem mil HDs foram analisados, na tentativa de encontrar em um padrão que tenha levado esses equipamentos à falha.

O resultado? Bem, digamos que é um pouco decepcionante: “Nossos dados indicam que há uma relação muito mais fraca entre níveis de utilização e falhas do que estudos anteriores atestavam”. Em suma, não há nada que comprove, de fato, esse impacto negativo pelo uso exaustivo do equipamento.

De acordo com o paper apresentado pelo grupo, apenas HDs muito novos ou muito velhos costumam apresentar problemas. É como se, no reino dos discos rígidos, valesse a lei do mais forte. Se o drive sobreviver aos primeiros anos de sua “infância”, é provável que terá muito tempo de vida pela frente.
Conclusão: use o defrag sem medo

Posted in Padão at junho 8th, 2012. No Comments.

É verdade ou Mentira: quem não sente cheiro também não sente sabor?

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É bastante popular a crença de que quem não consegue sentir o cheiro dos alimentos também não consegue sentir o sabor deles. Provavelmente, essa ideia tenha se tornado tão popular porque, quando estamos resfriados e com o nariz entupido, não somos capazes de saborear as comidas da mesma forma.

Faz sentido. O olfato e o sabor estão intimamente relacionados. A experiência — agradável ou não — de comer é o resultado de uma combinação entre os dois. Quando sentimos o cheiro de algum alimento, os nervos que se encontram no nosso nariz enviam sinais ao cérebro que, por sua vez, fazem com que as papilas gustativas presentes na língua reajam ao estímulo.

Mas será que é verdade?

Stacy Conradt, uma jovem que sofre de anosmia — perda total do olfato —, escreveu um artigo bem curioso para o site Mental Floss, contando como é a experiência de saborear alimentos quando não se pode sentir o cheiro de absolutamente nada.

Stacy conta que ela consegue sentir o sabor das comidas que consome, mas que sempre opta por aquelas com os sabores mais pronunciados. A jovem diz que nunca encontrou nada que seja doce demais, por exemplo, e que adora comidas apimentadas e cheias de especiarias. Por outro lado, ela se diz incapaz de diferenciar sabores que sejam mais suaves ou muito específicos.

Portanto, não sentir o cheiro de nada não significa que é impossível sentir o sabor dos alimentos, mas sim que é extremamente difícil diferenciar gostos específicos e que — infelizmente — a experiência de provas as comidas acaba sendo um pouco prejudicada.

 

Posted in Padão at junho 1st, 2012. No Comments.

Comida queimada faz mal para a saúde?

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Verdade

Você é uma mulher e gosta da comida mais “bem passada” que as outras pessoas? Então talvez você não vá ficar muito feliz em saber que estudos feitos na Holanda revelaram que isso pode ser mortal.

A pesquisa, feita em 2007 com 120 mil pessoas, entre homens e mulheres, apontou que a culpa disso está na acrilamida. A substância está presente em pequenas quantidades em pães, carnes, cereais, café, batatas e (para a “surpresa” de muitos) em fast foods, mas aumenta consideravelmente em número quando um alimento é cozido de qualquer maneira.

Quando absorvida pelo organismo feminino, mesmo em quantias baixas, ela dobra as chances da pessoa desenvolver câncer de ovário e útero. De acordo com o The Telegraph, apenas 40 microgramas de acrilamida (que você pode encontrar em um pacote de batatas chips de 32 gramas) por dia já são suficientes.

Perigos e prevenções

Mas você é homem e está pensando que está livre desse problema? Não necessariamente. Isso porque, embora os estudos não tenham apontado nenhum perigo imediato para o organismo masculino, nada prova que perigos não possam existir, com exposições prolongadas.

Então, no fim das contas, é melhor desistir da comida torrada? Infelizmente, isso não é suficiente. Segundo Janneke Hogervorst, do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Maastricht, “uma vez que a acrilamida se forma naturalmente em vários alimentos cozidos, não é possível ter uma dieta balanceada que a evite”. Parece que o segredo, como sempre, é não exagerar em nada.

Posted in Padão at maio 19th, 2012. No Comments.

Verdade ou mentida: o que não mata engorda?

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Você alguma vez “resgatou” algum alimento que deixou cair no chão e, depois de conferir que não estava sujo, comeu sem que ninguém visse? De acordo com o Daily Mail, um grupo de cientistas da Manchester Metropolitan University decidiu comprovar se realmente o que não mata engorda, fazendo um estudo baseado na crença popular de que, se um alimento for recolhido do chão rapidamente, este provavelmente não terá tempo de sofrer contaminação.

Durante o estudo, foram selecionados cinco tipos de alimentos corriqueiros — pão com geleia, macarrão, presunto, bolacha e frutas secas —, que foram analisados depois de intervalos de 3, 5 e 10 segundos de terem caído no chão. Além disso, cada um dos itens foi escolhido devido ao diferente conteúdo de água, substância essencial para a proliferação de bactérias.

Resultados

Segundo os pesquisadores, alimentos com altos teores de sal e açúcar, tais como a maioria dos alimentos processados, são os menos propensos a sofrer proliferações de microrganismos em pouco tempo de exposição.

Assim, o presunto (com alto teor de sal) e o pão com geleia (com alto teor de açúcar) apresentaram um ambiente inóspito para a proliferação de bactérias. A bolacha, devido ao baixo conteúdo de água e pouca aderência natural, também se mostrou como um alimento pouco perigoso.

Por outro lado, as frutas secas e o macarrão mostraram a presença da bactéria Klebsiella, organismo responsável por uma série de infecções e doenças, depois de apenas três segundos de exposição.

Fonte: Dailymail

Posted in Padão at maio 17th, 2012. No Comments.

Verdades e mentiras sobre sorvetes

Não se pode tomar sorvete quando se está fazendo dieta.
MENTIRA – sorvetes de frutas são permitidos em pequenas quantidades, e existem sorvetes que têm baixa caloria e se encaixam em uma dieta para a redução de peso.

– Ele é contraindicado quando se está resfriado ou gripado, ou quando se tem dor de garganta.
VERDADE – todo alimento gelado provoca vasoconstrição dos vasos da faringe e da laringe, e pode ser irritativo. Como reduz temporariamente o fluxo de sangue na região, pode aumentar a proliferação de bactérias anaeróbias.

– É melhor evitá-lo no inverno.
MENTIRA – os países que mais consomem sorvete são países de clima frio na maior parte do ano, principalmente os europeus. Médicos afirmam que não há nenhum estudo que mostre que o sorvete pode ser prejudicial nessa estação do ano.

– É proibido para diabéticos.
MENTIRA – os diabéticos podem consumir os sorvetes dietéticos (sem açúcar), com moderação.

– Os de soja são mais saudáveis.
VERDADE – além dos benefícios característicos do sorvete, ainda contêm proteína de soja, que ajuda a reduzir a taxa do colesterol ruim (LDL).

– Os de iogurte têm menos calorias.
VERDADE – Os iogurtes do tipo frozen possuem menos calorias que os sorvetes tradicionais, porque sua formulação tem baixos teores de gordura e açúcares e também por serem feitos de iogurte e não de leite ou creme de leite.

– Os industriais têm pouca qualidade.
MENTIRA – as indústrias têm substituído ingredientes artificiais por corantes e aromatizantes naturais, pois estão conscientes de que os consumidores estão cada vez mais optando por alimentos saudáveis.

– Não pode substituir uma refeição.
MENTIRA – não há problema, desde que as outras sejam feitas normalmente. Isso porque o alimento é rico em proteínas, açúcares, gordura vegetal ou animal, vitaminas, cálcio, fósforo e outros minerais essenciais. Mas os especialistas advertem que o ideal é consumi-lo como sobremesa.

– Crianças devem tomar só sorvetes caseiros.
MENTIRA – há sorvetes industriais tão saudáveis quanto os caseiros. Por isso, prefira os sabores de fruta, que são mais saudáveis, e compare rótulos para escolher os menos gordurosos e calóricos.

– Um sunday pode ter mais calorias e gorduras do que uma refeição.
VERDADE – um sunday completo pode chegar a mais de 500 kcal, o que é mais que um prato de salada com carne magra e arroz integral.

– Quando o sorvete é light, ele pode ser tomado à vontade.
MENTIRA – os sorvetes light somente são reduzidos em até 25% do teor de gordura ou açúcar. Não é porque o alimento é classificado de light que pode ser consumido à vontade.

– Picolés são menos calóricos que sorvetes de massa.
VERDADE – normalmente os picolés à base de frutas são menos calóricos que os sorvetes cremosos, que são fabricados com leite e creme de leite.

– Em alguns pós-operatórios, o consumo de sorvete é indicado.
VERDADE – em tratamentos como a quimioterapia, ou em cirurgias para retirada de tonsilas, refluxo gastroesofágico, cirurgias ortodônticas etc., o consumo de produtos gelados e líquidos é recomendado. Além do valor nutritivo, por ser gelado, o sorvete é analgésico.

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Posted in Padão at janeiro 3rd, 2012. No Comments.