Escova de dente, maçanetas de banheiros públicos, mesas, dinheiro, travesseiros: eles contém germes e bactérias, fazem parte da nossa rotina, mas não oferecem risco a saúde

Se você é daqueles que morrem de medo que alguma bactéria mortal presente na sua escova de dente ou enterrada no seu travesseiro possa fazer algum mal à sua saúde, pare de se preocupar tanto! O pessoal da Fitness Magazine decidiu investigar inúmeros mitos que circulam por aí sobre a contaminação de germes e bactérias, descobrindo que bemObjetos poucos desses bichinhos chegarão a fazer qualquer mal a você. Confira:

Escova de dente

Você já deve ter ouvido falar sobre as bactérias ninja que “voam” do vaso sanitário até a sua escova de dente toda vez que você dá descarga, não é mesmo? Na verdade, essa transferência de microrganismos realmente ocorre — eca! —, mas não chega a ser algo tão perigoso quanto você imagina.

Toda vez que damos descarga, gotículas de água espalham germes e bactérias por todo o banheiro, mas, para que esses organismos possam se proliferar, eles precisam de água. Portanto, assim que a escova de dente estiver seca — ou qualquer outra superfície do banheiro —, a maioria dos bichinhos acaba morrendo. E, para evitar qualquer risco, escove os dentes antes de usar o banheiro, mantenha a escova guardada ou lave-a antes de usar.

Maçanetas de banheiros públicos

Segundo os especialistas, as maçanetas dos banheiros públicos são as superfícies que apresentam o menor número de microrganismos, pois, acredite se quiser, de acordo com os testes, 68% das pessoas que usam esses locais lavam as mãos antes de sair dos banheiros. Além disso, as maçanetas costumam estar sempre secas, dificultando a proliferação desses bichinhos.

Mesas de trabalho

Não é nenhuma novidade que as nossas mesas de trabalho — principalmente as dos meninos — são verdadeiros antros de microrganismos. Tanto que, em média, é comum encontrar uma quantidade 400 vezes maior de germes e bactérias nesses locais do que nos vasos sanitários.

Contudo, embora algumas doenças — como a gripe, por exemplo — possam ser transmitidas através de superfícies e objetos de escritório contaminados, a maioria dos “inquilinos” que vivem nas nossas mesas são completamente inofensivos, podendo ser mantidos sobre controle através da higienização regular com produtos desinfetantes.

Dinheiro

Embora existam tantos boatos relacionados à contaminação através do dinheiro quanto existem cédulas e moedas circulando por aí, a verdade é que nenhum desses populares bens oferece um ambiente propício para a proliferação de microrganismos.

As cédulas, por serem feitas de papel e normalmente estarem sempre secas, dificultam as chances de que os bichinhos se multipliquem em níveis que possam ser prejudiciais, enquanto as moedas, por serem feitas com material metálico, contam com elemento antibacteriano em sua composição.

Travesseiros

Se você dorme com o mesmo travesseiro há anos, é bem provável que você compartilhe o seu sono com pilhas de germes e bactérias, acumulados depois de tanto tempo de uso. Mas isso não é nenhum motivo para você perder o sono.

Segundo os pesquisadores, é mais provável que o travesseiro velho deixe você com um belo torcicolo do que o infecte com alguma doença. Entretanto, por questões de higiene e para evitar alergias, é recomendado lavar as fronhas semanalmente, e os travesseiros — a maioria é lavável — podem ir para a máquina regularmente também.

De qualquer forma, para evitar maiores problemas e possíveis contaminações, existe uma ação muito simples que, caso ainda não seja um hábito, você deve tratar que se torne um: lavar as mãos com água e sabão regularmente. Fácil, não é mesmo?

Posted in Padão at setembro 26th, 2012. No Comments.

Saúde dos dentes – Mitos sobre escova de dente, fio dental, escovação e limpeza bucal

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À medida que saem novos estudos sobre tratamento e prevenções de doenças, a conscientização sobre saúde bucal cresce. Muitas pessoas seguem à risca sua rotina de higiene diária. Acabam de comer e logo vão escovar os dentes para garantir que não sejam devorados pelas cáries. Claro que é preciso caprichar na quantidade de pasta de dentes, afinal, quanto mais, melhor. E para fechar com chave de ouro a escova precisa ter as cerdas bem duras para limpar de verdade.

Caso você tenha se identificado com esse passo a passo, saiba que pelo menos três detalhes fazem toda a diferença para garantir um sorriso saudável. As dúvidas vão muito além da escovação, como enxaguante bucal, cremes dentais clareadores, alimentos que podem prejudicar os dentes.

Para esclarece de uma vez por todas os mitos e verdade em torno da saúde bucal o cirurgião-dentista, Hugo Lewgoy, professor da Uniban, selecionou algumas dúvidas mais frequentes dos pacientes. “Alguns detalhes imprescindíveis podem prevenir ou erradicar a cárie e evitar outras doenças periodontais (que afetam as gengivas),” diz Lewgoy.

Escova dura limpa melhor

Mito. Escovas com cerdas duras agridem aos dentes e a gengiva. A escova mais indicada deve ser ultramacia e com grande quantidade de cerdas, que limpam melhor sem agredir o esmalte dos dentes e a gengiva.

Escovar os dentes imediatamente logo após as refeições

Mito. Deve-se esperar, no mínimo, 30 minutos para escovar os dentes. É o tempo necessário para que a saliva possa agir e neutralizar o Ph dos alimentos e bebidas. O café, o vinho, o refrigerante e o suco de laranja, por exemplo, têm pH inferior a 5,0. Portanto, são ácidos e causam erosão, ou seja, perda da estrutura dental (cálcio).

Usar grande quantidade de pasta dental

Mito. A escova com pasta dental desgasta mais o esmalte do que a escova sem pasta. Ela, na verdade, é desnecessária. No entanto, caso seja utilizada, deve-se usar uma dose pequena, como o tamanho de uma ervilha, por exemplo.

É necessário escovar a gengiva e a língua

Verdade. Desde que seja com uma escova ultramacia para não causar uma retração gengival. Deve-se passar a escova 50% sobre a gengiva e 50% sobre a estrutura dental, em um ângulo de 45º. A língua também deve ser higienizada, pois é nesta região que as bactérias ficam alojadas. A higienização deve ser feita diariamente.

A higienização noturna é a mais importante

Verdade. À noite, quando a salivação diminui, deve-se fazer a escovação mais minuciosa, pelo menos por 10 minutos. No entanto, a língua é o melhor sensor para saber quanto tempo deve-se escovar os dentes. Deve-se passá-la em todos os dentes para sentir qual ponto falta fazer a higienização.

A escova interdental é mais eficiente do que o fio dental

Verdade. O fio é bom para remover detrito alimentar fibroso, como uma carne, por exemplo. Contudo, ele não limpa a região côncava entre os dentes. Por isso, deve-se usar a interdental, pelo menos uma vez ao dia.

Posted in da Boca, do Dentes, Mitos, Saúde, Verdade at setembro 12th, 2012. No Comments.